#ESCRITOR#João MC.jr Arte e Vida# São minhas palavras perpetuando histórias. Revivendo as memórias de coisas que nunca vi. São minhas palavras que criam esse mundo misterioso, do real ao ficcional. COSTA, JOÃO. MEU PENSAR , CONTOS , PROSAS E POEMAS 2 (02)KindleJoão Manoel da Costa Junior. Edição do Kindle.
Quem sou eu
- #ESCRITOR#João.mc.jr arte e vida#
- São minhas palavras perpetuando histórias. Revivendo as memórias de coisas que nunca vi. São minhas palavras que criam esse mundo misterioso, do real ao ficcional. COSTA, JOÃO. MEU PENSAR , CONTOS , PROSAS E POEMAS 2 (02) . Edição do Kindle.
terça-feira, 29 de abril de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
O MENINO QUE QUERIA VOAR
TRECHOS DO LIVRO O MENINO QUE QUERIA VOAR.
Depois de degustar mais uma porção
de torresmo, com voz impostada dando ênfase ao seu relato, contava como esses
encontros passaram a ocorrer logo após a morte da sua mulher Gertrude de mal
súbito, “fato ocorrido depois de grande um susto”, como dizia, consternado.
Logo ela, que sempre foi uma mulher obediente aos seus afazeres, nessa noite
inesperadamente largou o que estava fazendo, depois de ouvir uma explosão no
céu, chegou à janela e viu um grande clarão tomar conta do Morro do Fama.
Com cara de quem ainda estava de luto, Leonel ainda parecia
consternado pelo fato de Gertrude ter falecido há mais de dez anos, usava um
lenço para enxugar uma suposta lágrima. Ele fazia uma pausa, tomando uma
talagada de cana caiana e voltava ao relato, tirando o chapéu já enrubescido,
pelo efeito da pinga, seguia contando de uma forma dramática, que a sua
amada Gertrude, naquela trágica noite, ao olhar pela janela da cozinha em
direção ao Morro do Fama, visualizou uma bola de fogo subir ao céu e logo em
seguida desceu para a grota funda, em direção à casa do seu pai, filho de um
lendário caçador de esmeralda”
quarta-feira, 16 de abril de 2014
O MENINO QUE QUERIA VOAR
TRECHOS DO LIVRO
Na madrugada seguinte, foi acordado por barulho de correntes dentro da
sua casa. Como homem destemido que era, levantou-se no escuro para não
chamar atenção dos invasores, pensando em pegá-los desprevenidos e amarrá-
los nos troncos do castigo, como eram castigados os invasores de propriedades
antes de os levarem para prisão. Esse tronco era o mesmo da antiga senzala, que
ainda estava fincado em suas terras desde os tempos dos escravos.
Silenciosamente, pegou sua garrucha debaixo do travesseiro e tentou sair do
quarto, mas foi surpreendido por um túnel de vento e um redemoinho que surgiu
dentro do seu quarto e o ergueu no ar como se fosse uma pena de ganso. Em
seguida, oito mãos apareceram do nada, como se surgissem do túnel do tempo
em suas costas. Imobilizado, ele só pôde ver os vultos, que o envolveram num
redemoinho estonteante. Logo em seguida, foi dominado por quatro negros
fortes que se materializaram, seguraram-no com suas mãos geladas e o
acorrentaram na cama com as correntes que carregavam em seus pescoços. Em
seguida, murmuraram em seu ouvido com vozes que ecoavam em seu cérebro,
aconselhando-o a não retirar o ouro deles ou na próxima vez seria enterrado vivo
juntos com os caldeirões.
Quando questionado pela plateia se viu algum rosto de
escravo, Zé Queiroga afirmava que só viu vultos disformes. Em seguida, foi
induzido a um sono profundo, e no dia seguinte acordou somente ao entardecer
sem as correntes em seu corpo, pensando ter tido um pesadelo foi procurar as
pepitas, mas elas haviam desaparecido com o caldeirão. Ele fazia um suspense e
completava com olhar de que teria realmente visto, alma de outro mundo
segunda-feira, 14 de abril de 2014
sábado, 12 de abril de 2014
O Menino que Queria Voar
http://www.chiadoeditora.com/index.php?page=shop.product_details&flypage=flypage.tpl&product_id=1609&category_id=1&option=com_virtuemart&Itemid=171&vmcchk=1&Itemid=171
quarta-feira, 9 de abril de 2014
O MENINO QUE QUERIA VOAR
TRECHOS DO LIVRO.
Animais de hábitos noturnos, como os morcegos-vampiros, saíam das cavernas em busca de seu alimento preferido para o seu banquete noturno, o sangue do gado que ficavam ao relento. A matreira coruja, Suindara, meticulosa e sorrateira, espreitava por entre galhos da jabuticabeira o galinheiro da casa de portas azuis, aguardando o momento oportuno para sua investida, mantendo-se fora do alcance do cão de guarda de nome Capeta, que dormia na varanda da casa. Logo adiante, amarrado ao pé de carrapicho, o cavalo tinhoso relinchava impaciente com o grasnar dos recém chegados imigrantes patos d’água, no lago ao lado da cocheira. A madrugada chegava e a fauna tomava conta do palco, diversificando-se. Novos e ativos exploradores chegavam furtivos para desfrutar da riqueza da flora e da fauna. Sem se importar com o frio da madrugada, o ouriço-cacheiro, protegendo seus rebentos recém-nascidos, espantou seus predadores, os lobos-guará, soltando seus espinhos, com uma precisão de arqueiros medievais, causando dor aos oponente
sábado, 5 de abril de 2014
TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO
Destino encadeamento de fatos determinado por leis necessárias ou não.
E complementa seu dialogo tentando passar a mão em
sua perna. Mas antes que ele alcance seu intento a jovem numa reação espontânea desferiu um tapa em sua
cara. Em um movimento rápido o motorista se esquiva do golpe que resvala em seu rosto fazendo-o perder o controle
do carro, que descontrolado derrapa na curva quase batendo no murro da cassa na
esquina. Irado com a reação da jovem tentando agredi-lo a sua face fica
vermelha e ele solta um palavrão ameaçando bater em seu rosto. Ela se afasta no
banco encostando-se á porta do carro e segura sua saia plissada entre as pernas
em posição de defesa, enquanto ele a ameaça se ela repetir o seu ato. Depois de
controlar seu estado de nervo e o carro ele sorrir para jovem. Demonstrando que
era realmente um aproveitador da fragilidade da jovem, ele se vira para ela com um sorriso de canalha no rosto e diz.
-
Pode se fazer de difícil agora menina,
mas não se preocupe não, a vida pra você pode se tornar muito fácil, e só você
querer, afinal de contas para uma garota bonita como você com certeza não vai faltar marmanjo ou cafetão para te dar
um abrigo nessa cidade, e provavelmente daqui algum tempo tenho a certeza que nós
encontraremos em um desses inferninhos da Lapa muito em breve, e você me vera
com outros olhos.
terça-feira, 1 de abril de 2014
TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO
TRECHOS.
Ele volta e meia sentia uma grande angustia. Falta-lhe um pedaço de si mesmo.
Tinha
vontade de gritar para todo mundo ouvir, seu Rock protesto falando antes de
sucumbir. Escreveria suas ultimas linhas. Vivo como um retrato preso na parede,
sou a imagens das mazelas de vielas que frequento em busca do ópio, o desprezo
da sua própria alma, sou a sombra das guerras dos guetos pelo poder
,prisioneiro das tardes no escuro fechado em quartos de hotel, vagas lembranças
surgiam escritas amassadas em rolos de papel, era um pedaço podre que despedaçava em vermelho sangue, extraído das
veias, e o viver perdido sem orgulho, viajo em um mundo verde escuro como a selva, que me
suga, não faz mais sentido viver, pois farsas montadas separam de mim, meu
sangue em outras veias longe de mimsegunda-feira, 31 de março de 2014
REFLEXÕES.
REFLEXÕES.
Quando buscamos momentos eternizados em sonhos.
Esquecemo-nos da realidade.
Achamos que tudo será para sempre
Não sabemos o que reserva o destino
Todo sonho desfaz-se, em lagrimas.
Em um piscar do tempo, nada será como antes.
Amenidades, futilidades tomam conta da relação.
Vaidades deturpam o ser que conhecemos
Desfaz o encanto que tivemos
Pois dentro si esconde-se outro ser
Que nunca conheceremos.
TRECHOS DO MENINO QUE QUERIA VOAR.
Quando a noite chegava, no inverno, algo fora do anormal ocorria nas cercanias do Morro do Fama e tomava conta dos seres de todas as espécies. As noites de sábados eram assustadoras para todos naquela casa, principalmente quando seu pai chegava na madrugada das festas no arraiá no João Gouveia, que varava a madrugada. Messias surgia na estrada atirando em supostos perseguidores na escuridão da noite, e acordava todos os vizinhos a mais de um quilômetro de distância. Gritando, com sua voz de barítono que todos na igreja apreciavam, repetia várias vezes, com a certeza de que aquilo era coisa das trevas “arreda boi zebu”, e disparava sua garrucha na estrada, dando tiros para o alto. Com maestria de um bom cavaleiro, mantinha o controle absoluto sobre o animal
domingo, 30 de março de 2014
REFLEXÕES,
Quando olhamos para o passado e analisamos o que nós erramos vemos um ser humano em formação, acumulando informações conhecimentos e experiências que o levará a uma vida aparentemente de equilíbrio e sucesso, podendo assim tomar decisões, equilibradas e sensatas com relação a sua vida e a sua profissão. No entanto nem todos conseguem na pratica superar esse momento de transformação. Necessitam de tempo pára poderem desenvolver tais habilidades adquiridas ao longo dos anos. Precisando às vezes de abalos e erupções e terremotos em suas vidas para ressurgirem como a natureza mais forte e mais bela e só quando escavamos seu solo descobrimos que floresceram em cima de cinzas vulcânicas, por este motivo se tornaram mais fortes e resistentes as intempéries da vida. 17/08/03. JMC.Jr.
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sexta-feira, 28 de março de 2014
João MC.jr arte e vida: TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO
João MC.jr arte e vida: TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO: TRECHOS. TRAPAÇAS CAUSA E EFEITO. CAUSA E EFEITO A fumaça tomou conta do ambiente e um cheiro de borracha queimada impregnou o ar faz...
quinta-feira, 27 de março de 2014
TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO
TRECHOS.
TRAPAÇAS
CAUSA E EFEITO.
CAUSA E EFEITO
A fumaça tomou conta do ambiente e um cheiro de borracha queimada impregnou o ar fazendo tossir o pequeno jornaleiro que caminhava tranquilamente pela calçada com seus jornais a tiracolo anunciando as manchetes com seu chamado peculiar “EXTRA, EXTRA. Surpreendido pela freada brusca ele interrompe seu chamado para a manchete do dia, o susto o faz engolir as palavras que davam ênfase a sua chamada ‘’extra, extra, bandido da luz vermelha ataca de novo’’, quase deixando seus jornais caírem no chão.
TRAPAÇAS.
Depois desse dia sua vida voltou a estaca zero, ”como era a referencia de quem começaria tudo de novo’’. Desiludida ela voltou a perambular pelos centro das ruas do Rio de Janeiro. Muito jovem ela ainda não conhecia as artimanhas das ruas nem as suas agruras. Mas seu instinto de sobrevivência, a mantinha sempre alerta, estava aprendendo com as próprias dificuldades a que fora submetida. A lei da selva era o que predominava nas ruas para as jovens sem destino, desprotegidas, e ela estava no perfil deste conceito dos caçadores.
TRAPAÇAS
CAUSA E EFEITO.
CAUSA E EFEITO
A fumaça tomou conta do ambiente e um cheiro de borracha queimada impregnou o ar fazendo tossir o pequeno jornaleiro que caminhava tranquilamente pela calçada com seus jornais a tiracolo anunciando as manchetes com seu chamado peculiar “EXTRA, EXTRA. Surpreendido pela freada brusca ele interrompe seu chamado para a manchete do dia, o susto o faz engolir as palavras que davam ênfase a sua chamada ‘’extra, extra, bandido da luz vermelha ataca de novo’’, quase deixando seus jornais caírem no chão.
TRAPAÇAS.
Depois desse dia sua vida voltou a estaca zero, ”como era a referencia de quem começaria tudo de novo’’. Desiludida ela voltou a perambular pelos centro das ruas do Rio de Janeiro. Muito jovem ela ainda não conhecia as artimanhas das ruas nem as suas agruras. Mas seu instinto de sobrevivência, a mantinha sempre alerta, estava aprendendo com as próprias dificuldades a que fora submetida. A lei da selva era o que predominava nas ruas para as jovens sem destino, desprotegidas, e ela estava no perfil deste conceito dos caçadores.
quarta-feira, 26 de março de 2014
PRÓXÍMO LIVRO ,TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO
TRAPAÇAS DO DESTINO.
RIO DE JANEIRO 1963.
Do lado de fora da loja a jovem humilde enrolada em
um cobertor observa o movimento dos consumidores e sorri contagiada pelo clima
festivo e admirada com suas sacolas e embrulhos de presentes envolto em papel
coloridos. Minutos depois essa mesma jovem estende a mão aos clientes que saiam
das lojas abarrotadas de presentes, mas eles a ignoravam reclamando dos números
de pedintes nessa data natalina.
terça-feira, 25 de março de 2014
O MENINO QUE QUERIA VOAR
Em um domingo alvissareiro de 1949. Eram sete
horas da manhã, na estrada de maravilha as dormideiras acordavam com os
primeiros raios de sol que penetram entre os galhos do pé de Mulungu onde as maitacas
faziam algazarra, acordando o dorminhoco tatu-canastra, que repousava em sua
toca, abaixo do campo de cereais, aparentemente exausto, depois de uma
cansativa noite de caça. Os gaviões faziam voos rasantes, tentando pegar calangos,
que saíam das tocas em busca do calor do sol na pequena formação rochosa. Longe
do perigo, em uma frondosa castanheira, a juriti-gemedeira ajeitava seus ovos
no ninho.
TRECHOS DO LIVRO O MENINO
QUE QUERIA VOAR
O encadeamento de episódios fez desta região, no passado, um lugar de relatos inusitados, e todo encantamento desse lugar despertava um desejo incomum. Esses episódios produziam certa alucinação nos seus moradores, que de vez em quando se sentiam incorporados e transformavam-se em atores coadjuvantes da trama, na cinemática da vida, papel desejado por eles, que, de alguma forma, pressentiam que a natureza, além de protagonista era quem produzia o cenário, determinava o roteiro e dirigia as ações no dia a dia das suas vidas. Essa magia parecia estar de alguma forma, conspirando para agraciar esta região, e seus habitantes agradeciam constantemente essa dádiva, pois faziam parte desse momento mágico, estavam agregados à natureza prodigiosa, rica em fatos extraordinários, que davam sentidos às suas vidas e asas à sua fértil imaginação.
NAS ASAS DA IMAGINAÇÃO.
Em seguida, murmuraram em seu ouvido com vozes que ecoavam em seu cérebro, aconselhando-o a não retirar o ouro deles ou na próxima vez seria enterrado vivo juntos com os caldeirões.
Quando questionado pela plateia se viu algum rosto de escravo, Zé Queiroga afirmava que só viu vultos disformes. Em seguida, foi induzido a um sono profundo, e no dia seguinte acordou somente ao entardecer sem as correntes em seu corpo, pensando ter tido um pesadelo foi procurar as pepitas, mas elas haviam desaparecido com o caldeirão
TRECHOS DO LIVRO O MENINO
QUE QUERIA VOAR
O encadeamento de episódios fez desta região, no passado, um lugar de relatos inusitados, e todo encantamento desse lugar despertava um desejo incomum. Esses episódios produziam certa alucinação nos seus moradores, que de vez em quando se sentiam incorporados e transformavam-se em atores coadjuvantes da trama, na cinemática da vida, papel desejado por eles, que, de alguma forma, pressentiam que a natureza, além de protagonista era quem produzia o cenário, determinava o roteiro e dirigia as ações no dia a dia das suas vidas. Essa magia parecia estar de alguma forma, conspirando para agraciar esta região, e seus habitantes agradeciam constantemente essa dádiva, pois faziam parte desse momento mágico, estavam agregados à natureza prodigiosa, rica em fatos extraordinários, que davam sentidos às suas vidas e asas à sua fértil imaginação.
NAS ASAS DA IMAGINAÇÃO.
Em seguida, murmuraram em seu ouvido com vozes que ecoavam em seu cérebro, aconselhando-o a não retirar o ouro deles ou na próxima vez seria enterrado vivo juntos com os caldeirões.
Quando questionado pela plateia se viu algum rosto de escravo, Zé Queiroga afirmava que só viu vultos disformes. Em seguida, foi induzido a um sono profundo, e no dia seguinte acordou somente ao entardecer sem as correntes em seu corpo, pensando ter tido um pesadelo foi procurar as pepitas, mas elas haviam desaparecido com o caldeirão
segunda-feira, 24 de março de 2014
domingo, 23 de março de 2014
próximo LIVRO TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO.
QUEM
NÃO GOSTARIA DE PREVER SEU FUTURO?
As
respostas de Muitas pessoas para esta pergunta que intriga e aguça a mente de
quase todos os seres humanos com certeza seria, Eu! Talvez essas pessoas tenham a coragem e a determinação de
aceitarem o que o destino lhes reserva. E por estarem convictos de que não
temeria as possíveis revelações DOS VIDENTES com o futuro e os prognósticos, favoráveis ou não.
Certamente não temeriam por buscarem essa forma de anteciparem o inusitado,
eles provavelmente aceitariam e ficariam confiantes. e levariam a diante as suas vidas, ACREDITANDO sempre EM POSSÍVEIS DESFECHOS FAVORÁVEIS independentes do momento obscuro em que estivessem
vivendo ou teriam que passar. Provavelmente não temeriam e seguiriam em frente aguardando o que
estaria por vir.TRECHOS DE TRAPAÇAS DO DESTINO.
Ano1963.No centro da cidade na Cinelândia
ás 6,00 da manhã.
A jovem reergueu a sua cabeça, enxugou suas
lagrimas suspirou fundo. Parecia estar olhando os monumentos ao redor ou talvez esperando um aviso do além
para tomar uma direção pois não conhecia nada na cidade. Para ela um mundo
estranho , mas não tinha a sensação de estar sozinha devido ao grande trafego
de carros e pessoas que começavam a se aglutinar.Com a noite chegando ela procura um abrigo para passar mais uma noite ao relento. Tentava aconchegar-se em baixo de uma marquise, pois o tempo anunciava uma tempestade. Já passava das 9hs da noite, a cidade adormecera mais cedo. Nesse dia as ruas estavam desertas, poucos carros circulavam pelo centro da cidade, os bares nas redondezas estavam vazios como a alma de alguns poucos passantes proibidos de aglomerarem-se, como era o hábitos das pessoas nós finais de semana, especialmente as sextas feira na Cinelândia.
TRECHOS DO LIVRO TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO
1964 Rio de Janeiro.
Por ordem do governo constituído o cinema Odeon não teria a sessão das dez, deixando os casais de namorados frustrados por não terem direito ao escurinho do cinema. Lamentavelmente para o publico em busca de lazer e boêmios das noites carioca. Os teatros e boates dos arredores estavam sob um toque de recolher. Artistas fechavam desiludidos seus camarins, enquanto músicos guardavam seus instrumentos desolados, prostitutas e gigolôs deixavam as ruas, recolhiam-se aos prostíbulo a espera de clientes sigilosos. O céu se fechava com trovoadas e raios e ameaçadoras descargas elétricas, era o prenúncio de tempestade
domingo, 9 de março de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
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TRECHO DO LIVRO. Ele sorria feliz por preencher com sua voz afinada a acústica da pequena igreja, a Casa de Oração de Maravilha construíd...








