#ESCRITOR#João MC.jr Arte e Vida# São minhas palavras perpetuando histórias. Revivendo as memórias de coisas que nunca vi. São minhas palavras que criam esse mundo misterioso, do real ao ficcional. COSTA, JOÃO. MEU PENSAR , CONTOS , PROSAS E POEMAS 2 (02)KindleJoão Manoel da Costa Junior. Edição do Kindle.
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- #ESCRITOR#João.mc.jr arte e vida#
- São minhas palavras perpetuando histórias. Revivendo as memórias de coisas que nunca vi. São minhas palavras que criam esse mundo misterioso, do real ao ficcional. COSTA, JOÃO. MEU PENSAR , CONTOS , PROSAS E POEMAS 2 (02) . Edição do Kindle.
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
sexta-feira, 14 de setembro de 2018
TEMPOS DE TRAIÇÃO POSSUÍDOS POR AMBIÇÃO.
TRECHO DO LIVRO.https://www.livrariacultura.com.br/.../tempos-de-traicao-possuidos-por-ambicao-2293...
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TEMPOS DE TRAIÇÃO - POSSUÍDOS POR AMBIÇÃO. Autor:
A ideia de abandonar o filho lhes cortava o coração. Sem coragem para tomar uma decisão, com a voz embargada e os olhos já lacrimejando, se fecharam para um momento de reflexão. Mercedes pediu a Chacon para pensar por alguns instantes. Agachou-se perto do seu filho e o acariciou. Seu rosto sofrido deixava transparecer a dor desse momento, mas seu instinto de preservação a levava a concorda com o padre Francesco; o medo de perder o filho era maior do que a vontade de tê-lo a seu lado. Aquela mulher tinha consciência do perigo constante, então tomou coragem e disse com a voz embargada a Chacon:
- Para protegê-lo, será melhor deixar o menino Venâncio com o padre Francesco, para ser educado, como fizera com você, que foi bem criado pelos jesuítas e franciscanos, tendo uma boa educação. Hoje, você é bem preparado para no futuro, quem sabe, poder assumir posição importante no país.
O padre Francesco lembrou a Chacon que seu filho teria a companhia de uma prima, pois havia no mosteiro uma sobrinha da sua esposa, chamada, como a tia, Mercedes, que estava sendo educada e criada por eles depois que seus pais desapareceram nas prisões de San José. Antes de Chacon e sua mulher responderem concordando com o padre Francesco, Venâncio se levantou chorando, agarrou-se nas pernas do pai, e disse que fugiria do mosteiro, que não queria ser padre. Chacon olhou para Francesco e balançou a cabeça negativamente, percebendo que seu filho não aceitaria.
A ideia de abandonar o filho lhes cortava o coração. Sem coragem para tomar uma decisão, com a voz embargada e os olhos já lacrimejando, se fecharam para um momento de reflexão. Mercedes pediu a Chacon para pensar por alguns instantes. Agachou-se perto do seu filho e o acariciou. Seu rosto sofrido deixava transparecer a dor desse momento, mas seu instinto de preservação a levava a concorda com o padre Francesco; o medo de perder o filho era maior do que a vontade de tê-lo a seu lado. Aquela mulher tinha consciência do perigo constante, então tomou coragem e disse com a voz embargada a Chacon:
- Para protegê-lo, será melhor deixar o menino Venâncio com o padre Francesco, para ser educado, como fizera com você, que foi bem criado pelos jesuítas e franciscanos, tendo uma boa educação. Hoje, você é bem preparado para no futuro, quem sabe, poder assumir posição importante no país.
O padre Francesco lembrou a Chacon que seu filho teria a companhia de uma prima, pois havia no mosteiro uma sobrinha da sua esposa, chamada, como a tia, Mercedes, que estava sendo educada e criada por eles depois que seus pais desapareceram nas prisões de San José. Antes de Chacon e sua mulher responderem concordando com o padre Francesco, Venâncio se levantou chorando, agarrou-se nas pernas do pai, e disse que fugiria do mosteiro, que não queria ser padre. Chacon olhou para Francesco e balançou a cabeça negativamente, percebendo que seu filho não aceitaria.
Chacon relutou por um instante, levou Venâncio até o fundo da igreja, conversou com ele por dez minutos em um canto, onde a luz do sol fazia refletir imagens de São Jose do vitral da janela sobre eles. Chacon continuava tentando convencê-lo de que seria por pouco tempo. O menino, arredio, agarrou-se ao pai e começou a chorar. Chacon percebeu que não tinha como convencê-lo; seu coração ficaria partido caso ele o forçasse a ficar contra a sua vontade.
Sem muito tempo a perder, sai levando Venâncio. Chacon acreditava no destino que estava reservado para ele, ao mesmo tempo com a esperança de poder formar um grande homem. Caso sobrevivessem àquela luta, seu filho estaria recebendo um grande legado, vivenciando e ganhando experiência para ajudar construir o futuro do seu país.
O padre Francesco os apressou, a caravana com os trabalhadores boias-frias estava prestes a sair de San Paranhos; eles tinham que penetrar sutilmente entre eles na passagem pela igreja sem que os recrutadores milicianos percebessem.
Meia horas depois, disfarçados, conseguiram se infiltrar nas levas de trabalhadores rurais que eram contratados como cortadores de cana em San José de Talvegue em troca de comida e alojamento. Com ajuda do padre, conseguiram trocar de nome, sendo chamados agora de José e de Maria Dolores. Conseguindo seu intento. Chacon e Mercedes foram bem-sucedidos na infiltração.
Chacon achava que talvez pudesse tirar proveito dessa situação. Apesar de correr mais riscos, poderia ajudar melhor os seus companheiros de luta estando perto do inimigo. Ele estava indo trabalhar no ninho das vespas: a usina de açúcar da família Lancarto Aranha. Uma viagem que começava tensa em todo o seu percurso. Chacon andava a pé, enquanto sua mulher e seu filho viajavam sobre ferramentas na parte superior da carroça. No caminho, enfrentaram chuvas torrenciais, e dezenas de trabalhadores se revezavam entre as carroças que viajavam para ajudar no trabalho de resgate das que atolavam na estrada, e na retirada de algumas árvores que haviam caídos durante a tempestade, bloqueando o caminho. Isso fazia com que o comboio de operários perdessem horas. A viagem já durava dois dias por entre a montanha que dividia San Paranhos de Santa Mercedes.
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
TEMPOS DE TRAIÇÃO POSSUÍDOS POR AMBIÇÃO.
TRECHO DO LIVRO.
LIVRO FÍSICO OU E- BOOK
Ambos estavam aparentemente felizes e compartilhavam essa extrema alegria com os nativos e com os fiscais representantes do rei Gustavo, que fiscalizavam toda a exploração de ouro e diamantes. Nesse dia, o grande estado de felicidade era motivado por um grande feito, comemoravam a descoberta de um filão de ouro numa caverna natural com mais de quinhentos metros de profundidade nas montanhas de Lumbumbashi.
A parte da manhã transcorrera tranquila e festiva, emendando com o almoço, que teve como prato principal javali assado em brasas vulcânicas e vinho holandês. À tarde, Lancarto e seu sócio Lorde Thomas Spider resolveram voltar à caverna, a sós. Após uma hora de caminhada, alcançaram o desfiladeiro que dava acesso ao sopé da montanha. Sem parar para descansar, eles alcançaram o topo da montanha, onde se localiza a caverna, em quarenta minutos.
Na entrada da caverna, pararam, olharam ao redor para se certificarem de que não haviam sido seguidos, adentraram a caverna e começaram a se aprofundar sozinhos na nova exploração de outro corredor. Deslumbrados com a possibilidade de nova descoberta, penetraram cada vez mais na sombria e rica caverna. À medida que visualizavam as belezas naturais da caverna, ficavam mais fascinados com as paredes em quartzo e a estalagmite no chão, de um branco sem igual, que os deixava atônitos.
Por conta disso, eles não perceberam que havia inúmeras aranhas no teto da caverna, que se aglutinavam em posição de defesa. Depois de caminharem mais alguns minutos, o cabo de uma das ferramentas que Thomas carregava nas costas esbarrou em uma das teias de aranha, as despertando, e uma delas, de cor marrom, caiu sobre o pescoço de Charles Lancarto. Ele se assustou com o contato em seu pescoço, e na tentativa de removê-la, a apertou com força contra seu pescoço. A picada da aranha lhe causou um edema instantâneo na altura da medula espinhal, o veneno injetado causou uma paralisação em seus movimentos, e em segundos ele caiu desfalecido.
Thomas inicialmente tentou socorrê-lo, mas percebeu que seria um fardo carregar um homem de quase dois metros até a saída da caverna, que era íngreme. Por alguns minutos, ele observou o corpo de Charles inerte, com um olhar desprezível, sem demonstrar nenhuma emoção. Thomas agachou-se e debruçou-se sobre Lancarto e pegou seus pertences, como a mochila com suas ferramentas, o relógio de ouro que lhe fora presenteado pelo rei Gustavo da Bélgica em reconhecimento aos seus serviços prestados ao império belga. Thomas escutou seu coração, que batia lentamente, e percebeu que Lancarto respirava com dificuldade. Ele não tinha ideia da sua lucidez, pois estava paralisado, sem conseguir esboçar nenhuma reação, mas seus sentidos continuavam intactos. Lancarto via seu sócio espoliando seus pertences e não podia fazer nada, percebeu que seria largado à própria sorte por aquele que ele salvara em diversas ocasiões de perigo na África.
LIVRO FÍSICO OU E- BOOK
Ambos estavam aparentemente felizes e compartilhavam essa extrema alegria com os nativos e com os fiscais representantes do rei Gustavo, que fiscalizavam toda a exploração de ouro e diamantes. Nesse dia, o grande estado de felicidade era motivado por um grande feito, comemoravam a descoberta de um filão de ouro numa caverna natural com mais de quinhentos metros de profundidade nas montanhas de Lumbumbashi.
A parte da manhã transcorrera tranquila e festiva, emendando com o almoço, que teve como prato principal javali assado em brasas vulcânicas e vinho holandês. À tarde, Lancarto e seu sócio Lorde Thomas Spider resolveram voltar à caverna, a sós. Após uma hora de caminhada, alcançaram o desfiladeiro que dava acesso ao sopé da montanha. Sem parar para descansar, eles alcançaram o topo da montanha, onde se localiza a caverna, em quarenta minutos.
Na entrada da caverna, pararam, olharam ao redor para se certificarem de que não haviam sido seguidos, adentraram a caverna e começaram a se aprofundar sozinhos na nova exploração de outro corredor. Deslumbrados com a possibilidade de nova descoberta, penetraram cada vez mais na sombria e rica caverna. À medida que visualizavam as belezas naturais da caverna, ficavam mais fascinados com as paredes em quartzo e a estalagmite no chão, de um branco sem igual, que os deixava atônitos.
Por conta disso, eles não perceberam que havia inúmeras aranhas no teto da caverna, que se aglutinavam em posição de defesa. Depois de caminharem mais alguns minutos, o cabo de uma das ferramentas que Thomas carregava nas costas esbarrou em uma das teias de aranha, as despertando, e uma delas, de cor marrom, caiu sobre o pescoço de Charles Lancarto. Ele se assustou com o contato em seu pescoço, e na tentativa de removê-la, a apertou com força contra seu pescoço. A picada da aranha lhe causou um edema instantâneo na altura da medula espinhal, o veneno injetado causou uma paralisação em seus movimentos, e em segundos ele caiu desfalecido.
Thomas inicialmente tentou socorrê-lo, mas percebeu que seria um fardo carregar um homem de quase dois metros até a saída da caverna, que era íngreme. Por alguns minutos, ele observou o corpo de Charles inerte, com um olhar desprezível, sem demonstrar nenhuma emoção. Thomas agachou-se e debruçou-se sobre Lancarto e pegou seus pertences, como a mochila com suas ferramentas, o relógio de ouro que lhe fora presenteado pelo rei Gustavo da Bélgica em reconhecimento aos seus serviços prestados ao império belga. Thomas escutou seu coração, que batia lentamente, e percebeu que Lancarto respirava com dificuldade. Ele não tinha ideia da sua lucidez, pois estava paralisado, sem conseguir esboçar nenhuma reação, mas seus sentidos continuavam intactos. Lancarto via seu sócio espoliando seus pertences e não podia fazer nada, percebeu que seria largado à própria sorte por aquele que ele salvara em diversas ocasiões de perigo na África.
terça-feira, 4 de setembro de 2018
OBRA "O TERCEIRO SOL"
MINHA OBRA ABSTRATA. PARA ESSES MOMENTOS.
De inspiração.
"EPÍLOGO O TERCEIRO SOL".
De inspiração.
"EPÍLOGO O TERCEIRO SOL".
BREVE..TODOS NÓS TEMOS A CONSCIÊNCIA DE QUE EXISTEM MAIS
SEGREDOS ENTRE O CÉU E A TERRA DO QUE NOSSA VÃ FILOSOFIA, E É ALGO QUE NÃO SE
PODE QUESTIONAR, MAS, TAMBÉM SABEMOS QUE. EXISTEM MAIS SEGREDOS ESCONDIDOS NAS PROFUNDEZAS DA TERRA DO QUE POSSA SUPOR NOSSA VÃ FILOSOFIA
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
TRECHO DO LIVRO. JOGO SUJO CIDADE DO CRIME
No dia seguinte O delegado Antunes Malone chega a um dos prédios mais suntuosos de Rosário, que só perdia para a sede do Bank Imperial Chang. Todos os que passam em frente aos dois prédios os chamam de As Duas Torres, até porque Rio de Rosário tinha a mania de copiar os monumentos dos outros países. Contudo, a população não se referia às torres de Nova York. A conotação era com as torres do filme O Senhor dos Anéis, como se fossem as torres do mal. A sede da Secretaria de Segurança de Rosário está localizada na Rua Amarelo Imperial, nº 100, e sua construção é futurista e em granito preto importado da África Central. Possui acabamentos interno e externo nos seus oitenta andares em blindex e aço escovado. Os elevadores têm comando de voz e só funcionam com a leitura da impressão digital. Decoram o hall de entrada pinturas futuristas de artistas internacionais, versando a temática das pinturas sobre a colonização do Universo pela raça humana. Há televisores de led de sessenta polegadas 10K em todos os andares, onde se passam filmes policiais noir como Pacto de Sangue (Billy Wilder), A Marca da Maldade (Orson Welles), O Terceiro Homem (Carol Reed), Embriaguez do Sucesso (Alexander Mackendrick), Relíquia Macabra (John Huston), O Mensageiro do Diabo (Charles Laughton), Uma Rua Chamada Pecado (Elia Kazan), Interlúdio (Alfred Hitchcock), Fúria Sanguinária (Raoul Walsh) e Pacto Sinistro. Quase todos os filmes se referem aos anos das décadas de 1930, 1940 e 1950 e são filmes escolhidos por recomendação do secretário, que é um aficionado do gênero. Grafado em letras douradas, identifica-se o local.
MC Jr., João. Jogo Sujo: Cidade do Crime (Locais do Kindle 361-365). Ponto Vital. Edição do Kindle.
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MC Jr., João. Jogo Sujo: Cidade do Crime (Locais do Kindle 361-365). Ponto Vital. Edição do Kindle.
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quarta-feira, 29 de agosto de 2018
TRECHO DO LIVRO. JOGO SUJO CIDADE DO CRIME
Sobre o confronto
O delegado Antunes Malone pede a Romão para seguir com a operação, fingindo fazer o seu jogo. Descobrir suas artimanhas, preparar estrategicamente a melhor forma de agir e conhecer o adversário eram táticas primordiais naquele momento. Em pouco tempo no comando Malone percebeu que seu maior inimigo não estava na rua, mas dentro da corporação. O delegado marca um encontro para discutir o suposto êxito da ação e não faz nenhuma referência à grana que Romão havia escondido no seu carro antes de executar os assaltantes. Ele tinha certeza de que Romão sabia do seu conhecimento sobre o dinheiro, porém tinha de ser discreto. O detetive Ribeiro fica eufórico pensando na sua participação na bolada e tenta perguntar ao delegado qual seria sua cota do bolo, mas recebe um tranco: – Não quero ouvir nem saber o que você pensa, Ribeiro. Guarde suas ideias para você.
MC Jr., João. Jogo Sujo: Cidade do Crime (Locais do Kindle 932-940). Ponto Vital. Edição do Kindle.
O delegado Antunes Malone pede a Romão para seguir com a operação, fingindo fazer o seu jogo. Descobrir suas artimanhas, preparar estrategicamente a melhor forma de agir e conhecer o adversário eram táticas primordiais naquele momento. Em pouco tempo no comando Malone percebeu que seu maior inimigo não estava na rua, mas dentro da corporação. O delegado marca um encontro para discutir o suposto êxito da ação e não faz nenhuma referência à grana que Romão havia escondido no seu carro antes de executar os assaltantes. Ele tinha certeza de que Romão sabia do seu conhecimento sobre o dinheiro, porém tinha de ser discreto. O detetive Ribeiro fica eufórico pensando na sua participação na bolada e tenta perguntar ao delegado qual seria sua cota do bolo, mas recebe um tranco: – Não quero ouvir nem saber o que você pensa, Ribeiro. Guarde suas ideias para você.
MC Jr., João. Jogo Sujo: Cidade do Crime (Locais do Kindle 932-940). Ponto Vital. Edição do Kindle.
sábado, 25 de agosto de 2018
BREVE. "O SEGREDO DA CURA"
COMO VOCÊ REAGIRIA SE SOUBESSE QUE TUDO QUE NÓS CONHECEMOS
SOBRE A HUMANIDADE. NÃO SÃO AS VERDADES ABSOLUTAS.
E que, existem muitos segredos a serem revelados, sobre a nossa existência e, todos seres vivente.
E que, em consequência dessa possibilidade, muitos governos e poderosas organizações secretas, não governamental usaram seus métodos de forma inescrupulosa para que, esse segredo não seja revelado. Pois, isso mudaria o rumo de todos seres viventes nesse planeta e seu poder sobre os mesmos..E inclusive sobre eles próprios..
SOBRE A HUMANIDADE. NÃO SÃO AS VERDADES ABSOLUTAS.
E que, existem muitos segredos a serem revelados, sobre a nossa existência e, todos seres vivente.
E que, em consequência dessa possibilidade, muitos governos e poderosas organizações secretas, não governamental usaram seus métodos de forma inescrupulosa para que, esse segredo não seja revelado. Pois, isso mudaria o rumo de todos seres viventes nesse planeta e seu poder sobre os mesmos..E inclusive sobre eles próprios..
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
MEU PENSAR CONTOS PROSAS E POEMAS
FORJANDO O
AMOR
Esses momentos são nossos, pois a vida nos escolheu sem remorsos.
Mas o amor criou um atalho com desafios por caminhos bem longos, e com pontes e
paradas bem bruscas. Foi nutrindo desejos e anseios e dando ao tempo a
incumbência de desfazer descaminhos, em curvas de pistas molhadas. Era o
destino e o tempo que tramavam a favor, criando os passos que vinham de
encontro a nós dois. Em tempos de tempestade, logo o sol se abria depois.
Criava uma luz no caminho, guiava os passos bem de mansinho. O vento soprava e
mostrava, também, que um passarinho perdia seu ninho em árvores que viraram
pergaminhos. Muitas histórias foram desfeitas por ventos ferozes, em noites mal
dormidas e aquecidas pela dor. Onde os sonhos
vagavam ao relento, e a dor que sentia no peito ritmava e anunciava com
compasso o que viria depois. A verdade brotava na alma, acalmava dois corações
partidos, distante e sem nexo, mas,
mostrava nossos sentimentos aflorando. E distantes desses desencontros,
mantenhamos as mesmas histórias cruzadas, seguindo em uma mesma
estrada alimentada por essa jornada, sem saber o que viria depois. Vivíamos
bem distantes, porém, numa colisão corporal esperada. Agíamos como cometas
aleatórios riscando o infinito estrelado, provocando um forte brilho no céu
como uma estrela-guia que mostrava por onde deveríamos seguir. A colisão se
deu por acaso, foi fruto da mesma viagem quase infinita, que causava a mesma
dor. Mas, em vez de extinguir nossas vidas, com o tempo foi forjando nossos
sonhos reais, concretizados e transformados em puro amor, no infinito céu de
estrelas.
João. M.C.jr
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
#MEU PENSAR CONTOS PROSAS E POEMAS #
Lembrei de você quando li esta citação de "MEU PENSAR: CONTOS PROSAS POEMAS (01)" de João Manoel da Costa Junior -
"A VERTENTE DO AMOR.
O amor é o sentimento supremo do bem querer. É o amor o arrebatador do sentimento maior que se pode ter, e o poder que segue transformando tudo em luz de um novo amanhecer. O amor é o devaneio na razão de viver. Amor, e a força que emerge das profundezas do desconhecido desejo do querer, sem tempo ou hora para nascer. Amor é como a razão sem razão, e não necessita da compaixão para o perdão. Surge ao acaso sem escolhas de corações. Amor é um sentimento sem religião, sem etnias, sem escolhas da cor da pele. O amor nasce desprovido de valores monetários. Amor é o sentimento incontrolável de um encontro ao acaso com a alegria do querer viver emoções e turbinar corações e elevar a capacidade de sentir sensações, afeição e admiração. O amor tem o poder de transformar desencontros em momentos de harmonia. Amor transforma as noites turbulentas em momentos de calmaria, e determina um momento de aperto em sintonia. Amor, o remédio da cura do amargor e da agonia que se transforma como um passe de mágica em esplendor e euforia. Amor, um passo rumo ao céu, embalando promessas de felicidades eternas. Amor é a magia do coração que supre as necessidades da razão. E compensa qualquer vazio da existência humana ou não. O amor é o poder oculto que segue aflorando virtudes nos mais insensíveis. Ao mais desprezível ser, que abra seu coração a ele, o amor." Comece a ler este livro gratuitamente: http://amz.onl/6Uxewg1
"A VERTENTE DO AMOR.
O amor é o sentimento supremo do bem querer. É o amor o arrebatador do sentimento maior que se pode ter, e o poder que segue transformando tudo em luz de um novo amanhecer. O amor é o devaneio na razão de viver. Amor, e a força que emerge das profundezas do desconhecido desejo do querer, sem tempo ou hora para nascer. Amor é como a razão sem razão, e não necessita da compaixão para o perdão. Surge ao acaso sem escolhas de corações. Amor é um sentimento sem religião, sem etnias, sem escolhas da cor da pele. O amor nasce desprovido de valores monetários. Amor é o sentimento incontrolável de um encontro ao acaso com a alegria do querer viver emoções e turbinar corações e elevar a capacidade de sentir sensações, afeição e admiração. O amor tem o poder de transformar desencontros em momentos de harmonia. Amor transforma as noites turbulentas em momentos de calmaria, e determina um momento de aperto em sintonia. Amor, o remédio da cura do amargor e da agonia que se transforma como um passe de mágica em esplendor e euforia. Amor, um passo rumo ao céu, embalando promessas de felicidades eternas. Amor é a magia do coração que supre as necessidades da razão. E compensa qualquer vazio da existência humana ou não. O amor é o poder oculto que segue aflorando virtudes nos mais insensíveis. Ao mais desprezível ser, que abra seu coração a ele, o amor." Comece a ler este livro gratuitamente: http://amz.onl/6Uxewg1
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
TEMPOS DE TRAIÇÃO POSSUÍDOS POR AMBIÇÃO.
TEMPOS DE TRAIÇÃO - POSSUÍDOS POR AMBIÇÃO https://g.co/kgs/t35DbA
Venâncio já não sentia mais o mesmo medo de antes, somente um zumbido tomava conta do seu ouvido esquerdo. Lancarto lhe ofereceu outra taça do licor de cor barrenta; ele bebeu dessa vez sem perguntar nada. Lancarto mandou que ele se sentasse à mesa, serviu uma taça com o licor, que ele mesmo bebeu de frente para os dois sacos. Iniciava-se um ritual.
Com olhar fixo em Venâncio, Lancarto o rodeava com duas cruzes de ferro nas mãos como se estivesse o benzendo. Fez isso por doze vezes, até que parou repentinamente. Venâncio foi colocado no centro de uma roda de velas acesas. O calor tomou conta do seu corpo, e ele se sentiu como estivesse flutuando sobre o fogo, parecia que seu corpo não lhe pertencia mais. Viajando num turbilhão de luzes, uma voz penetrou em seu cérebro com cantos de sedução. Se viu mergulhando em rios de ouro, subindo num pedestal, e de novo a voz penetrou em sua mente o convocando de volta ao seu ritual.
Lancarto surgiu à sua frente com dois punhais em mãos. Depois, os colocou nas mãos de Venâncio e mandou que ele os segurasse firme pelo cabo de madrepérola. Instintivamente, Venâncio pegou os punhais e os segurou com força. Seus olhos estavam fora de órbita, ele não se governava mais. Lancarto ordenou:
- Faça, faça, faça!
Venâncio levantou-se e dirigiu-se aos dois sacos, passando sobre o fogo das velas como se elas não existissem. Os dois sacos de linhagem que pareciam conter os corpos humanos estavam inertes. Venâncio ergueu os braços até a cabeça, as lâminas brilharam sob a luz das velas acesas, e em movimentos rápidos ele apunhalou os sacos várias vezes. O sangue começou a surgir em todos os furos, e Venâncio foi acometido por uma tremedeira incontrolável. Lancarto o segurou pelos braços, lhe deu duas bofetadas, e o colocou de novo sentado com sua roupa toda ensanguentada|
sábado, 11 de agosto de 2018
TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO
#kobo #readmore #quote #koboquote Veja o livro aqui: https://store.kobobooks.com/pt-BR/ebook/trapacas-do-destino-causa-e-efeito?utm_campaign=PhotoQuotesAdr&utm_medium=Social&utm_source=App_Acq
João MC Jr
Desde os primórdios da raça humana Para muitas civilizações
o nascimento de uma criança é uma dadiva
do céu, desde que sejam perfeitos, sadios e não bastardos. Ficamos estarrecidos quando alguém
morre de forma prematura ou trágica, surge muitos questionamentos e uma
pergunta costumeira “porquê? Seriam essas pessoas vitimas da casualidade, ou simplesmente estariam aguardando
a mão do destino? Todavia, todos os dias milhares de pessoas escapam de
acidentes ou de violências urbanas. Também todos os dias pessoas são agraciadas
por prêmios ou heranças que mudam suas vidas para melhor. Predestinação, sorte
ou desígnio. Ambas determinações, substantivos e adjetivos se entrelaçam e se
completam. Tudo isso tem um preço, tudo isso tem um certo mistério que intriga
a mente de todos seres humanos. Podemos atribuir ao destino todos os
acontecimentos do mundo? Devemos atribuir ao destino todas as nossas conquistas
ou mazelas?
Questionamentos para alguns
certezas para muitos.
E principalmente os mistérios que todos tentam
decifrar. Então, surge a interrogação de sempre, quando algo de ruim acontece. “Por
que tinha que ser assim ?E é esse o
mistério da palavra mágica que todos tentam interpretar “Destino”.
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
JOGO SUJO CIDADE DO CRIME
Enquanto isso, as sirenes dos carros da polícia se aproximam e interrompem Romão. Contrariado, ele esbravejava sem parar. O reforço chega e Romão se antecipa ao comissário, dizendo que ele e o delegado Antunes Malone conseguiram deter os assaltantes: – Eles reagiram e por isso foram mortos. Vocês chegaram atrasados, amigos, mas valeu o esforço. Os caras tentaram armar uma cilada mas se deram mal, pois reagimos a tempo. Depois de uma intensa troca de tiros nós conseguimos detê-los, mas infelizmente um carro com a grana conseguiu se evadir. Foram muitos tiros, parceiro! – relatou o detetive Romão ao comissário Hernández. – Vocês foram bem-sucedidos, pelo que eu estou vendo. Creio que vão bater a meta este mês! Parecendo envaidecido, Romão disse: – Os meliantes não tiveram muita sorte. Trocamos tiros e conseguimos pegar esses seis aí. – E eles estavam nos dois veículos – endossaram os necrotério. Não vai haver perícia, pois estamos longe da cidade. Se for esperar a perícia, os urubus chegarão primeiro! – ordena Romão à sua equipe, eliminando qualquer possibilidade de periciar o local da chacina. O delegado Antunes pensa em falar alguma coisa, mas percebe que Romão está no controle e prefere entrar no jogo dele. Se era um blefe, estava acostumado a jogar pôquer. A aposta era grande demais para ele desistir e não apostar as suas fichas. Enquanto Romão se distraía com explicações sobre o confronto com o comissário da delegacia local, Malone se aproximou dos corpos tentando achar algumas pistas que o levassem a descobrir a origem deles. Ao se aproximar do bandido que estava de terno, percebeu algo saindo de seu bolso. Era o cartão de um bar, o Eclipse Solar. Em seguida, Malone recoloca o cartão no bolso do terno e se afasta analisando os outros corpos. Não encontra nada que achasse relevante e que servisse de pista, a não ser a aparente característica colombiana dos bandidos.
MC Jr., João. Jogo Sujo: Cidade do Crime (Locais do Kindle 923-930). Ponto Vital. Edição do Kindle.
MC Jr., João. Jogo Sujo: Cidade do Crime (Locais do Kindle 905-913). Ponto Vital. Edição do Kindle.
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MC Jr., João. Jogo Sujo: Cidade do Crime (Locais do Kindle 905-913). Ponto Vital. Edição do Kindle.
sábado, 4 de agosto de 2018
O MENINO QUE QUERIA VOAR.
Sinopse
Nas
asas da imaginação nasce um desejo prematuro, presságio de novos tempos. Diz a
lenda que, nesse lugar de origem de histórias e magias, nunca houve limites nem
idade para determinados sonhos. Esses nasceram de formas inusitadas e
perduraram por décadas, mas somente para alguns nativos se tornaram verdadeiros
e concretos. Poderemos comprovar que muitos desejos e sonhos sobrevivem ao
tempo, ganhando vida ao serem alimentados, por realidade ou por fantasia, ao
longo dos anos. Não importa a fonte e não existe maneira de proibi-los. Sonhos
são enigmas que regem a natureza humana; eles brotam em turbilhões, renascem
das cinzas e se tornam reais, transcendem a fantasia, e com o tempo ganham
asas, alçam voos.
Chiado - Portugal | Brasil | Angola
Sinopse
sexta-feira, 27 de julho de 2018
UM SILICONE ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA
BREVE. BREVE


DE
JOÃO M.C. Jr
UM SILICONE ACIMA
DE
QUALQUER SUSPEITA
O personagem central é um detetive
com um vasto currículo em elucidações de crimes e abandonado pela mulher que
não aguentava mais a sua vida de boêmio. Perturbado pela separação, ele
circula pela noite em busca de emoções, das
noites Cariocas. Ele meio
que sem destino certo passa a circular
dos arredores dos inferninhos da Lapa decadente de Madame Satã ao majestoso
Cassino da Urca, onde descobre sua possível alma gêmea. Determinado ele tentara
aproximar-se na tentativa de conquistar essa misteriosa cantora da noite de
nome Rita. Movido por essa suposta paixão, o detetive torna-se um obcecado
frequentador do Cassino da Urca; e, como diz seu amigo jornalista, “Ele se
achava o perfeito Don Juan”. Determinado, ele não desistirá da sua conquista
até dobrar a suposta resistência da cantora misteriosa. Todavia, ele não sabe
que a sedutora cantora é uma espiã ardilosa, e
tem um relacionamento íntimo com a bailarina
do Cassino da Urca e ao mesmo tempo a serviço dos russos, em busca de um
segredo industrial que irá transformar as
mulheres em símbolos sexuais do século XXI e revolucionar o mundo da estética
feminina. Esse detetive amante da boêmia com seus conflitos existenciais, sera
envolvido em um triângulo amoroso. E ao mesmo tempo ele irá deparar-se com um misterioso assassinato, e será incumbido de elucidá-lo.
A descoberta do corpo da mulher desejada por todos os frequentadores do teatro
de revista boiando de bruços na piscina do hotel com uma faca cravada nas
costas produz um frenesi no mais glamoroso hotel do Rio de Janeiro. Esse fato
tinge com cores fortes, manchando de vermelho o azul da piscina mais glamorosa
da cidade
segunda-feira, 23 de julho de 2018
TEMPOS DE TRAIÇÃO POSSUÍDOS POR AMBIÇÃO
TRECHO DO LIVRO
Compare e ache o menor preço de Tempos de Traição - Possuídos por Ambição - João M.C. Júnior (8579233666)
Avaliação: 5
Com a tarde chegando, ele começou a descer a montanha, e no caminho, sem saber que rumo tomar, se alimentava de raízes, de frutas silvestres e plantas que outros animais comiam no topo das árvores. Charles Lancarto preventivamente usava de todas as artimanhas e experiência para sobreviver, se camuflava com arbustos para se proteger de predadores. Ainda sem forças para correr ou subir rapidamente em uma árvore, e sem nenhuma arma para caçar naquele momento, rezava para não encontrar nenhum leão ou outra fera pelo caminho. Passava fezes e urina de hiena no corpo para não atraí-los em sua direção.
Depois de um dia de caminhada, Lancarto teve suas esperanças aumentadas ao avistar uma nuvem de fumaça. Ele subiu numa pequena formação rochosa e conseguiu visualizar ao longe uma aldeia de nativos. Seu estado físico debilitado e precário não lhe permitiria alcançar a aldeia antes da noite chegar, e ela era como se fosse uma miragem: quanto mais ele andava, mais ela parecia distante.
No caminho ele se deparou com uma lebre morta que fora deixada pelos nativos como um tributo pago pelos aldeões para afastar os leões de perto da aldeia. Lancarto se agachou e com as próprias mãos rasgou um pedaço de carne da costela do animal, e levou à boca como uma fera faminta. O sangue escorreu entre seus dedos trêmulos e sujos. Charles Lancarto tentava, com pouco sucesso, desesperadamente alimentar-se daquela lebre em estado de decomposição.
Um dos nativos que fazia sentinela em cima de uma árvore observava aquele homem, de aspecto guenzo, se alimentando como uma hiena faminta. Ele chamou outros guerreiros, que socorreram Lancarto quase que desmaiado, e ainda tentando se alimentar de um animal morto à beira de um rio. Eles improvisaram uma maca para transportá-lo, mas seu cheiro era tão nauseante que os nativos que estavam acostumados com cheiros de carne putrefata não suportaram e taparam as suas narinas para poder transportá-lo. E assim o levaram para a aldeia.
No dia seguinte, Lancarto acordou em uma cabana feita de junco e barro. Sua aparência estava melhor, já haviam lavado seu corpo e vestiram nele uma roupa tribal de pele de leopardo. Ao abrir os olhos, a sua primeira visão fora a de um nativo vestido com uma manta de pele de leopardo, e sobre seu peito colares de dente de jacaré; mas o que chamou mais a atenção de Lancarto fora a sua tatuagem, uma figura de aranha em seu pescoço.
Lancarto estava com uma aparência bem melhor, mas a recuperação seria lenta. A ferida em seu pescoço infeccionara, e uma febre alta o atacara à tarde. O chefe da tribo mandou chamar o curandeiro, que chegaria somente depois de dois dias para examiná-lo, a pedido do guerreiro que o socorrera. Ao chegar, o curandeiro determinou que o levassem para sua cabana. Já na cabana, Lancarto recebeu colares de dente de crocodilo e de leão dos nativos como sinais de boas-vindas, mas sua roupa de pele de leopardo foi retirada.
Lancarto estava temeroso e assustado, mas aceitava passivamente esse ritual. Ele foi colocado totalmente nu no centro de uma roda de brasas em chamas, e ao redor nativos com máscara representando seus deuses sentaram-se criando uma roda.
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Com a tarde chegando, ele começou a descer a montanha, e no caminho, sem saber que rumo tomar, se alimentava de raízes, de frutas silvestres e plantas que outros animais comiam no topo das árvores. Charles Lancarto preventivamente usava de todas as artimanhas e experiência para sobreviver, se camuflava com arbustos para se proteger de predadores. Ainda sem forças para correr ou subir rapidamente em uma árvore, e sem nenhuma arma para caçar naquele momento, rezava para não encontrar nenhum leão ou outra fera pelo caminho. Passava fezes e urina de hiena no corpo para não atraí-los em sua direção.
Depois de um dia de caminhada, Lancarto teve suas esperanças aumentadas ao avistar uma nuvem de fumaça. Ele subiu numa pequena formação rochosa e conseguiu visualizar ao longe uma aldeia de nativos. Seu estado físico debilitado e precário não lhe permitiria alcançar a aldeia antes da noite chegar, e ela era como se fosse uma miragem: quanto mais ele andava, mais ela parecia distante.
No caminho ele se deparou com uma lebre morta que fora deixada pelos nativos como um tributo pago pelos aldeões para afastar os leões de perto da aldeia. Lancarto se agachou e com as próprias mãos rasgou um pedaço de carne da costela do animal, e levou à boca como uma fera faminta. O sangue escorreu entre seus dedos trêmulos e sujos. Charles Lancarto tentava, com pouco sucesso, desesperadamente alimentar-se daquela lebre em estado de decomposição.
Um dos nativos que fazia sentinela em cima de uma árvore observava aquele homem, de aspecto guenzo, se alimentando como uma hiena faminta. Ele chamou outros guerreiros, que socorreram Lancarto quase que desmaiado, e ainda tentando se alimentar de um animal morto à beira de um rio. Eles improvisaram uma maca para transportá-lo, mas seu cheiro era tão nauseante que os nativos que estavam acostumados com cheiros de carne putrefata não suportaram e taparam as suas narinas para poder transportá-lo. E assim o levaram para a aldeia.
No dia seguinte, Lancarto acordou em uma cabana feita de junco e barro. Sua aparência estava melhor, já haviam lavado seu corpo e vestiram nele uma roupa tribal de pele de leopardo. Ao abrir os olhos, a sua primeira visão fora a de um nativo vestido com uma manta de pele de leopardo, e sobre seu peito colares de dente de jacaré; mas o que chamou mais a atenção de Lancarto fora a sua tatuagem, uma figura de aranha em seu pescoço.
Lancarto estava com uma aparência bem melhor, mas a recuperação seria lenta. A ferida em seu pescoço infeccionara, e uma febre alta o atacara à tarde. O chefe da tribo mandou chamar o curandeiro, que chegaria somente depois de dois dias para examiná-lo, a pedido do guerreiro que o socorrera. Ao chegar, o curandeiro determinou que o levassem para sua cabana. Já na cabana, Lancarto recebeu colares de dente de crocodilo e de leão dos nativos como sinais de boas-vindas, mas sua roupa de pele de leopardo foi retirada.
Lancarto estava temeroso e assustado, mas aceitava passivamente esse ritual. Ele foi colocado totalmente nu no centro de uma roda de brasas em chamas, e ao redor nativos com máscara representando seus deuses sentaram-se criando uma roda.
quinta-feira, 19 de julho de 2018
TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO.
TRECHO DO LIVRO TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO.
"TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO'.
No qual faço uma pequena homenagem ao líder, NELSON MANDELA..
"TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO'.
No qual faço uma pequena homenagem ao líder, NELSON MANDELA..
“EXTRA EXTRA! Líder do Congresso Sul-Africano Nelson Mandela é condenado à prisão perpétua!”. Apesar do esforço do menino jornaleiro, poucas pessoas se interessavam pela notícia, e os poucos leitores que compravam o jornal davam sua opinião nas mesas de bares da Lapa. Entre um chope e uma caipirinha, confabulavam em baixo tom de voz, desconfiados de ouvidos alheios. Viviam tomados por sentimentos de perdas em consequência das suas decepções momentâneas. Eles eram céticos nas suas análises, decretando seu destino. Previam o fim do líder da luta contra o Apartheid na prisão da Ilha de Robben, na Cidade do Cabo. Não acreditando no seu futuro político, sentenciavam enfaticamente: “O destino desse bravo guerreiro já está selado; o pobre coitado vai morrer na prisão”. Muitas dessas pessoas estavam preocupadas com a própria pele e temiam por um destino parecido.
MC Jr., João. Trapaças do Destino: causa e efeito (Locais do Kindle 401-407). Ponto Vital Editora. Edição do Kindle.
segunda-feira, 16 de julho de 2018
JOGO SUJO CIDADE DO CRIME.
TRECHO DO LIVRO.
– Calma, cabeça dura, observe por enquanto. Você vê alguma tentativa de abordagem pelos policiais da equipe do Romão? Ribeiro não queria acreditar, estava demorando para cair a ficha. Não que ele fosse inocente ou muito idiota, longe disso. Mas ele mesmo já tinha se locupletado algumas vezes, mas não com tanto risco, a ponto de dar cobertura a bandidos. – Se for verdade, vai ser difícil. Como vamos resolver essa parada? – É esse o dilema, meu caro. Vamos com calma, Ribeiro. Pelo que estou vendo, se a gente se aliar a eles provavelmente seremos cúmplices no assalto. Você quer viver como herói ou como corrupto? Quer ser preso e ver sua família envergonhada? Quer ver seu filho desapontado com a figura do pai herói que prende bandido ser preso? Quer ver seu filho ter de mudar do colégio, onde se gabava do pai, e sua mulher mudar a cor do cabelo para não ser apontada pelos vizinhos como a mulher do policial corrupto? Quer vê-los mudarem de endereço? Já pensou nesses transtornos? Depois do sermão, Ribeiro pensou várias situações em segundos, inclusive em algo que o delegado não sabia. Ele pouco se preocupava com a mulher, mas seu filho estudava num “colégio de bacana” – como ele se referia – e custava caro manter as aparências. Ainda assim, no momento a sua paixão era o que mais importava. Ele e Juliana, a sua amante, não mereciam nenhum abalo no relacionamento. Até porque a sua amante era sobrinha de uma celebridade da cidade, com grande influência no governo local, e ele tinha planos para o futuro. Talvez por isso até aquele momento Ribeiro preferisse combater pequenos delitos, que não chamassem a atenção do seu chefe. Seu lema era: “De grão em grão, eu banco a Juliana!”. Depois desta reflexão, Ribeiro disse: – Tem razão, chefe. Tô dentro! Qual é o plano? – pergunta o detetive como se fosse um lance pessoal, não uma operação policial. – Você dirige caladinho para não atrapalhar o meu raciocínio, enquanto eu filmo a operação com a câmera de dentro do caro e fotografo para registrar essa armação até quando der. Sinto cheiro de coisa podre no ar e precisamos de provas – conclui o delegado, pegando a máquina fotográfica.
MC Jr., João. Jogo Sujo: Cidade do Crime (Locais do Kindle 845-851). Ponto Vital. Edição do Kindle.
MC Jr., João. Jogo Sujo: Cidade do Crime (Locais do Kindle 835-845). Ponto Vital. Edição do Kindle.
– Calma, cabeça dura, observe por enquanto. Você vê alguma tentativa de abordagem pelos policiais da equipe do Romão? Ribeiro não queria acreditar, estava demorando para cair a ficha. Não que ele fosse inocente ou muito idiota, longe disso. Mas ele mesmo já tinha se locupletado algumas vezes, mas não com tanto risco, a ponto de dar cobertura a bandidos. – Se for verdade, vai ser difícil. Como vamos resolver essa parada? – É esse o dilema, meu caro. Vamos com calma, Ribeiro. Pelo que estou vendo, se a gente se aliar a eles provavelmente seremos cúmplices no assalto. Você quer viver como herói ou como corrupto? Quer ser preso e ver sua família envergonhada? Quer ver seu filho desapontado com a figura do pai herói que prende bandido ser preso? Quer ver seu filho ter de mudar do colégio, onde se gabava do pai, e sua mulher mudar a cor do cabelo para não ser apontada pelos vizinhos como a mulher do policial corrupto? Quer vê-los mudarem de endereço? Já pensou nesses transtornos? Depois do sermão, Ribeiro pensou várias situações em segundos, inclusive em algo que o delegado não sabia. Ele pouco se preocupava com a mulher, mas seu filho estudava num “colégio de bacana” – como ele se referia – e custava caro manter as aparências. Ainda assim, no momento a sua paixão era o que mais importava. Ele e Juliana, a sua amante, não mereciam nenhum abalo no relacionamento. Até porque a sua amante era sobrinha de uma celebridade da cidade, com grande influência no governo local, e ele tinha planos para o futuro. Talvez por isso até aquele momento Ribeiro preferisse combater pequenos delitos, que não chamassem a atenção do seu chefe. Seu lema era: “De grão em grão, eu banco a Juliana!”. Depois desta reflexão, Ribeiro disse: – Tem razão, chefe. Tô dentro! Qual é o plano? – pergunta o detetive como se fosse um lance pessoal, não uma operação policial. – Você dirige caladinho para não atrapalhar o meu raciocínio, enquanto eu filmo a operação com a câmera de dentro do caro e fotografo para registrar essa armação até quando der. Sinto cheiro de coisa podre no ar e precisamos de provas – conclui o delegado, pegando a máquina fotográfica.
MC Jr., João. Jogo Sujo: Cidade do Crime (Locais do Kindle 845-851). Ponto Vital. Edição do Kindle.
MC Jr., João. Jogo Sujo: Cidade do Crime (Locais do Kindle 835-845). Ponto Vital. Edição do Kindle.
segunda-feira, 9 de julho de 2018
TEMPOS DE TRAIÇÃO POSSUÍDOS POR AMBIÇÃO
TRECHO DO LIVRO.
Thomas voltou ao acampamento, não sem antes rasgar a sua roupa e provocar uns aranhões, para tornar sua mentira mais convincente, e esconder o relógio de ouro que poderia denunciá-lo. Horas depois, chegou trôpego e ofegante, tornando sua farsa convincente para alguns. Quase sem voz, pediu água ao nativo, que o amparou ao fingir desmaiar de cansaço na entrada do acampamento. Após alguns minutos, fingiu recobrar os sentidos, sentou-se na cama, contou uma história trágica do desmoronamento ocasionado por um escapamento de gás sulfúrico no interior da caverna, e, consequentemente, um terremoto, convencendo os outros membros da expedição da trágica morte de Lancarto e a impossibilidade de resgatá-lo com vida.
Dentro da caverna, após doze horas, Lancarto tentava recobrar os sentidos. Ainda atordoado pelo veneno da aranha, suas forças estavam praticamente esgotadas e tinha perdido a noção das horas e dos dias. A caverna só não era mais escura porque as estalagmites eram brancas como a neve. A explosão revelara uma quantidade de quartzo no teto da caverna. Um filete de água brotou na rachadura provocada pelo impacto do ar na parede da caverna. Com seus lábios secos ao extremo, talvez pelo efeito do veneno da aranha, ele rasgou a sua camisa, umedeceu e tentou matar a sede. Em seguida, com muito esforço, conseguiu girar a cabeça - seu pescoço estava enrijecido -, olhou para o teto e viu várias aranhas voltando a se aglutinarem no teto como se estivessem observando-o. Ele também as observou por minutos, pensativo, tentando recobrar a sua memória dos acontecimentos. Lancarto não as temia mais, escapara com vida do seu veneno e da explosão, e acabou por descobrir, graças à aranha que o mordera, que não poderia confiar em mais ninguém. Ele esboçou um sorriso irônico ciente da sua situação.
Três horas depois, Lancarto continuava sem reflexos, mas não quebrara por milagre nenhum dos seus ossos. Fisicamente debilitado, sua visão ainda permanecia turva, sua coordenação motora estava totalmente fora de ordem, e apesar do seu raciocínio estar voltando aos poucos, ele não tinha noção dos dias e das horas, e tentava economizar a pouca energia que lhe restava recostando sobre os escombros, procurando relaxar. Um cheiro de gás sulfúrico tomou conta do ambiente e o fez dormir, mesmo sem querer.
Dois dias se passaram quando Lancarto despertara com uma corrente de ar que ele não conseguiu localizar a origem. O cheiro sulfúreo havia desaparecido, mas uma dor de cabeça insuportável quase o enlouquecia, causando vômitos e uma cólica abdominal. Depois de alguns segundos de agonia, seu corpo começou a transpirar como se tivesse em uma sauna romana em cima de brasas vulcânicas. O calor dentro da mina se tornara insuportável, ele tinha conhecimento geológico da região, da origem da caverna, que por ser oriunda de um vulcão extinto ou adormecido por séculos ainda poderia haver resquícios de lavas nas profundezas.
Lancarto não tinha fobia a lugar fechado, mas tinha pavor de morrer queimado por conhecer bem a história de períodos medievais,e isso o apavorava, fazendo-o transpirar ainda mais. Felizmente, minutos depois sua dor de cabeça amenizou, e apesar de não ter esperanças de ser ouvido, ele gritou por socorro tentando chamar atenção, achando que alguém, que não fosse Thomas, pudesse estar tentando localizá-lo na caverna. A corrente de ar o ajudou a recuperar lentamente suas forças, e o único som que respondia aos seus gritos era o som do seu estômago, que roncava pela grande fome que se abatera sobre ele.
Thomas voltou ao acampamento, não sem antes rasgar a sua roupa e provocar uns aranhões, para tornar sua mentira mais convincente, e esconder o relógio de ouro que poderia denunciá-lo. Horas depois, chegou trôpego e ofegante, tornando sua farsa convincente para alguns. Quase sem voz, pediu água ao nativo, que o amparou ao fingir desmaiar de cansaço na entrada do acampamento. Após alguns minutos, fingiu recobrar os sentidos, sentou-se na cama, contou uma história trágica do desmoronamento ocasionado por um escapamento de gás sulfúrico no interior da caverna, e, consequentemente, um terremoto, convencendo os outros membros da expedição da trágica morte de Lancarto e a impossibilidade de resgatá-lo com vida.
Dentro da caverna, após doze horas, Lancarto tentava recobrar os sentidos. Ainda atordoado pelo veneno da aranha, suas forças estavam praticamente esgotadas e tinha perdido a noção das horas e dos dias. A caverna só não era mais escura porque as estalagmites eram brancas como a neve. A explosão revelara uma quantidade de quartzo no teto da caverna. Um filete de água brotou na rachadura provocada pelo impacto do ar na parede da caverna. Com seus lábios secos ao extremo, talvez pelo efeito do veneno da aranha, ele rasgou a sua camisa, umedeceu e tentou matar a sede. Em seguida, com muito esforço, conseguiu girar a cabeça - seu pescoço estava enrijecido -, olhou para o teto e viu várias aranhas voltando a se aglutinarem no teto como se estivessem observando-o. Ele também as observou por minutos, pensativo, tentando recobrar a sua memória dos acontecimentos. Lancarto não as temia mais, escapara com vida do seu veneno e da explosão, e acabou por descobrir, graças à aranha que o mordera, que não poderia confiar em mais ninguém. Ele esboçou um sorriso irônico ciente da sua situação.
Três horas depois, Lancarto continuava sem reflexos, mas não quebrara por milagre nenhum dos seus ossos. Fisicamente debilitado, sua visão ainda permanecia turva, sua coordenação motora estava totalmente fora de ordem, e apesar do seu raciocínio estar voltando aos poucos, ele não tinha noção dos dias e das horas, e tentava economizar a pouca energia que lhe restava recostando sobre os escombros, procurando relaxar. Um cheiro de gás sulfúrico tomou conta do ambiente e o fez dormir, mesmo sem querer.
Dois dias se passaram quando Lancarto despertara com uma corrente de ar que ele não conseguiu localizar a origem. O cheiro sulfúreo havia desaparecido, mas uma dor de cabeça insuportável quase o enlouquecia, causando vômitos e uma cólica abdominal. Depois de alguns segundos de agonia, seu corpo começou a transpirar como se tivesse em uma sauna romana em cima de brasas vulcânicas. O calor dentro da mina se tornara insuportável, ele tinha conhecimento geológico da região, da origem da caverna, que por ser oriunda de um vulcão extinto ou adormecido por séculos ainda poderia haver resquícios de lavas nas profundezas.
Lancarto não tinha fobia a lugar fechado, mas tinha pavor de morrer queimado por conhecer bem a história de períodos medievais,e isso o apavorava, fazendo-o transpirar ainda mais. Felizmente, minutos depois sua dor de cabeça amenizou, e apesar de não ter esperanças de ser ouvido, ele gritou por socorro tentando chamar atenção, achando que alguém, que não fosse Thomas, pudesse estar tentando localizá-lo na caverna. A corrente de ar o ajudou a recuperar lentamente suas forças, e o único som que respondia aos seus gritos era o som do seu estômago, que roncava pela grande fome que se abatera sobre ele.
segunda-feira, 25 de junho de 2018
BREVE.
UM SILICONE ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA.
No rastro dos suspeitos o
reporte tenta seguir de perto o detetive, para
sua matéria sensacionalista para o seu jornal e tentando a todo custo
tirar proveito da sua amizade. E o detetive Roberto tem de aturar o seu amigo, o jornalista quase
fracassado Ênio Barata, que ele considera uma mala sem alça por sua insistência
em ajudá-lo a desvendar esse
mistério e esperto que e, ele que tenta a todo custo obter esse furo de
reportagem, que poderia ser a sua redenção profissional. Além de se tornar uma pedra no sapato do detetive ele
leva a tiracolo o seu fotógrafo estressado que não e bem sucedido na tentativa de fotografar o corpo e a prisão
do suspeito, e com isso ter a tão almejada foto para um furo de reportagem para o seu jornal.
O
grande problema do jornalista Barata é que ele está quase
sempre bêbado, e julga-se decadente porque não consegue uma boa reportagem desde
quando deu o seu melhoro furo de reportagem da sua vida, no notório crime da fera da
Penha
Por conta disso.
Ele passa constantemente um
bom tempo irritando o detetive Roberto com suas frustrações profissional e sempre reclamando de sua falta
de sorte. A única coisa que ele não perdia era seu humor negro e, Sarcasticamente
dizia que teve bons momentos como repórter criminal, mas, que desde o
crime de Aída
Curi a classe A tem matado pouco. E demostrava estar de saco cheio
dessas matérias de baixo nível, que era
ver pobre se matando a troco de nada ou
fotos de extermínio em massa na baixada;
domingo, 17 de junho de 2018
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