Quem sou eu

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São minhas palavras perpetuando histórias. Revivendo as memórias de coisas que nunca vi. São minhas palavras que criam esse mundo misterioso, do real ao ficcional. COSTA, JOÃO. MEU PENSAR , CONTOS , PROSAS E POEMAS 2 (02) . Edição do Kindle.

domingo, 30 de outubro de 2016

Trecho do livro O MENINO que QUERIA VOAR

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sábado, 29 de outubro de 2016

Magia das Palavras.

https://youtu.be/-BHur1L4MpQ

JOGO SUJO CIDADE DO CRIME

Sua mudança para a Delegacia de Roubos a Bancos tirou o delegado do foco das obras de arte para deixá-lo, cara a cara, com a realidade crua de sua cidade. Para entender melhor a sua posição atual e sua responsabilidade, precisaria abandonar a redoma em que vivia havia trinta anos e tomar conta da realidade em que viveria dali pra frente. Conscientizar-se rapidamente da atual conjuntura do cotidiano seria seu batismo de fogo. O delegado parafraseava os pensamentos do filósofo Thomas Hobbes, que dizia: “Sem o pacto, a vida do homem seria.. solitária, sórdida, brutal e breve”. Mas o que ele tinha de convicção era que seu pacto era consigo mesmo. Meia hora depois O delegado Antunes Malone chega ao pátio da delegacia, salta do carro e tenta abrir o guarda-chuva automático que não funciona. Ele desiste e segue andando na chuva.

JOGO SUJO CIDADE DO CRIME

Sua mudança para a Delegacia de Roubos a Bancos tirou o delegado do foco das obras de arte para deixá-lo, cara a cara, com a realidade crua de sua cidade. Para entender melhor a sua posição atual e sua responsabilidade, precisaria abandonar a redoma em que vivia havia trinta anos e tomar conta da realidade em que viveria dali pra frente. Conscientizar-se rapidamente da atual conjuntura do cotidiano seria seu batismo de fogo. O delegado parafraseava os pensamentos do filósofo Thomas Hobbes, que dizia: “Sem o pacto, a vida do homem seria.. solitária, sórdida, brutal e breve”. Mas o que ele tinha de convicção era que seu pacto era consigo mesmo. Meia hora depois O delegado Antunes Malone chega ao pátio da delegacia, salta do carro e tenta abrir o guarda-chuva automático que não funciona. Ele desiste e segue andando na chuva.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

PROSA E POEMA


JOÃO M.C.Jr

ESTIMA.

Minha força é minha rima, meu pedaço de estima.
Minha verve, meu olhar, meu modo de pensar.
Minha modéstia sem Censura minha vida em contesto
Meu olhar sem preconceito enxerga o torto e o direito  
Meu drama em branco e preto meu olhar além do mar
Minha andança em pleno ar, meu pedaço de esperança.
Esta no amor está na rima, em tudo que combina.
Um abraço em cada esquina o afeto me fascina
Sou direita sou esquerda, sou o centro do equilíbrio.
Sou o fogo sou a chama, sou a água sou a lama
O socorro de quem chama o amor de toda trama
Sou eu.


 u

JOÃO MC.JR

CORRENTE VIVER

Das águas limpas do teu olhar nasceu à fonte do meu pensar
Correndo entre vales, traz mais vida em quem tocar.
Segue serena alimentando o rio que corre pro mar.
Sou passageiro nessa vertente, alimento a vida nessa corrente.
Banhando os sonhos lavando a alma, me sinto limpo e me acalma.
Não a tristeza no teu olhar é lágrima doce do teu cantar.
A felicidade é verdadeira se embala a vida dessa maneira.
É o vento que sopra é a maneira de ser é a coragem do querer.
É o Sol que ilumina com raios de luz a emoção do viver
É a palavra bem dita, a magia do saber, o doce acalento do amanhecer

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Um conto de amor numa estrada vazia: JMC. JR
FRAGMENTOS
Estava perdido na Estrada, havia um vazio dentro de mim, estava só.
 Somente minha sombra caminhava ao meu lado. Caminhava trôpego e com sede, o sol castigava meu corpo ao mesmo tempo iluminava minha mente, não descansei todo aquele dia não avia sombra no caminho somente o vazio, ao redor. Não sabia por que me desviara do meu destino, não sei ate onde pretendia andar nem que distância percorrera, estava na estrada há tanto tempo que já me esquecera, de onde vim? Perguntava a mim mesmo e não encontrava resposta, não sabia de onde eu vinha só sei que corria contra o tempo, andava contra o vento.
Depois de léguas encontrei uma fonte e parei, minha sede aplaquei, e ali mesmo adormeci. A noite chegou o frio me congelou e logo que acordei na madrugada mais longa que já conheci muitos olhos eu vi espreitar-me ao meu redor, fitavam - me a distância, não queriam contato, me sentiam pelo olfato. Meus olhos brilhavam na escuridão do meu deserto mental, e de tão confuso mergulhei em sono profundo.
Ao amanhecer, enjoado do meu navegar inconsciente, mil perguntas eu fiz, ao vento que por ali passava trazendo o cheiro de Maresia, das ondas do meu pensar, quanta distância faltava? Perguntei, para o mar que predizia, nenhuma resposta me dava o vento e seu rumo seguia. Mil léguas talvez faltassem para chegar o mar de calmaria. Remando contra as minhas lembranças, era o destino que me escolhera não era eu que o conduzia. De sonhos também se vive, todo dia eu me dizia, não aceitava, não queria de mão beijada o que conquistaria. Na areia poemas escrevia sobre perdas que não havia por esse motivo sofria, mas a minha opinião bem formada levava aguentar esta jornada cansada, andava de cabeça erguida, pois nada havia ficado para trás, nenhum resquício de um bem querer, nenhum mal para padecer. De novo o vento meu caminho cruzou, e no seu rastro logo notei que outros vestígios deixaram, recolhi Pedaços de sentimentos que pela estrada alguém largou, Orgulho de corações partidos se revelou, em algum lugar da estrada alguém deixou pedaços de perdas e danos, lagrimam congeladas no tempo era o que eu mais temia encontrar na estrada onde amor não havia. De novo refeito do medo pra frente seguia sem rumo, talvez eu desistisse da jornada se não houvesse uma força do destino que me conduzia, mesmo sem saber que ele, o vento não me revelaria que dentro de mim talvez tivesse o destino que pré dizia. Por muito tempo calado na estrada já havia, palavra que eu escrevia na areia se perdia quando a chuva caia, eram versos de amor que a muito eu dizia , estavam gravadas na memória de quem escrevia , estavam memorizadas  pelo tempo por isso não se esquecia, rimava o tempo com o vento à noite com dia, vertia lagrimas de dor enquanto outros sorriam colhiam rosas vermelhas enquanto outras morriam ,queimava cartas de amor enquanto outro escrevia, meu tempo passava como se nada valia se não fosse a prosa eu não saberia distinguir um amor que  não vivia recolher esses sentimentos que  não se perdia por isso o vento trazia fragmentos de amor que muita gente perdia, espalhado pelo tempo já muito tempo fazia, não avia como junta-los sem donos jazia. Por muito tempo pensei, portanto logo eu  acordei. Que todo aquele tempo na estrada um mundo se revelou que perdido dentro de mim mesmo alguma história de amor existia. Estas lembranças trazidas pelo vento com cheiros do passado fizera parte da sua minha vida. Na estrada fugia de algo que me magoou ,por isso muito tempo na estrada minha  vida levei ,fugia de mim mesmo por muito tempo neguei que houve um grande amor que um dia o marcou a pobre existência deste humilde trovador.  Eu Vagava com ventos que meus fragmentos guardaram e tentava devolver-me na estrada do amor, mas eu fugia do passado que para traz deixei. Mas um belo dia cansado de fugir do destino fiz um acordo com o vento que para longe levou fragmentos do passado para sempre rejeitei, por medo sempre calado na estrada que me conduzia, na areia escrevia prosa e poesia, que falava de amor que dizia, sopre vento balança o pomar e o jardim em flor, sopre vento e leve pra longe a minha dor.


AUTOR: JOÃO MC. JR

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Trecho do livro Jogo Sujo Cidade do Crime

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sábado, 1 de outubro de 2016

O MENINO QUE QUERIA VOAR.

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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Minhas palavras benditas, bem ditas palavras.


TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO

Três dias depois
Ainda bem não havia amanhecido e ela levantou-se antes
que o dono do bar chegasse para abrir o seu estabelecimento
Pensava em agradecer aquele presente de Natal, que
provavelmente fora deixada por ele, “a cesta recheada da
manhã do dia 25 de dezembro”, mas preferiu guardar em
seu coração toda a sua gratidão. Havia três semanas que essa
jovem dormia no mesmo lugar, pois era a garantia de que
tomaria um café quentinho com leite e um pão francês com
manteiga. O proprietário do bar era um homem gentil e a
tratava como um ser humano e não como pária da sociedade
ou estorvo, como alguns proeminentes senhores da sociedade
viam os excluídos, desocupados e mendigos que circulavam
no centro financeiro do Rio de Janeiro. Ciente da rejeição da
qual era vitima a jovem só se sentia segura quando acordava
na porta desse bar, ela se sentia protegida por esse estranho que
não a rejeitava . Ali tinha a garantia de que não passaria fome
naquela manhã e não seria enxotada como um animal, como
ocorria em outros lugares. Quem tinha todos os motivos para
odiar o mundo seria ela, vítima de uma sociedade hipócrita
incapaz de uma autocrítica, para delinear uma sociedade
mais justa. A jovem com pouca idade e incapaz de discernir
a sua verdadeira questão nesse contexto da sua vida estava
entregue à própria sorte, com pouca experiência de vida. Já
sofria com o desprezo, amargava com a violência a que fora
submetida. Somente sua força interior, que advinha do seu
estado de espírito, a fazia resistir à adversidade. Ela era movida
por uma vontade de viver e o amor pela vida a mantinha
viva. Ela preferia viver pelo centro da cidade, onde às vezes
conseguia um biscate, e dinheiro para comprar uma roupa, e
alimentar-se. Sua boa aparência a ajudou por um bom tempo,
pois era uma moça de uma beleza angelical, o que parecia ser
um bom predicado, mas também lhe ocasionava inúmeros
problemas devido ao assédio dos homens que tentavam tirar
proveito da sua situação, antes que sua barriga demostrasse
sua gravidez. Agora, com seu aparente estado, as pessoas não
lhe davam mais nenhuma chance e havia quatro meses que
ela passou a depender da caridade para continuar vivendo ao
relento

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO




Com a noite chegando, ela procurou um abrigo para passar
mais uma noite ao relento. Tentava aconchegar-se em baixo
de uma marquise, pois o tempo anunciava uma tempestade.
Já passavam das 9h da noite, a cidade adormecera mais cedo.
Nesse dia, as ruas estavam desertas, poucos carros circulavam
pelo centro da cidade, os bares nas redondezas estavam
vazios como a alma de alguns poucos passantes proibidos de
aglomerarem-se, como era o hábito das pessoas nos finais de
semana, especialmente às sextas-feiras, na Cinelândia. Por
ordem do governo constituído, o cinema Odeon não teria a
sessão das 10h, deixando os casais de namorados frustrados por
não terem direito ao escurinho do cinema. Lamentavelmente
para o público em busca de lazer e boêmios da noite carioca,
os teatros e boates dos arredores estavam sob um toque de
recolher. Artistas fechavam desiludidos seus camarins,
enquanto músicos guardavam seus instrumentos desolados,
prostitutas e gigolôs deixavam as ruas, recolhiam-se aos
prostíbulos, à espera de clientes sigilosos. O céu se fechava 
com trovoadas e raios e ameaçadoras descargas elétricas: era
prenúncio de tempestade. Como de costume nessa cidade,
chuvas torrenciais e repentinas poderiam ocasionar enchentes
e causar danos difíceis de reparar, deixando uma mácula na
cidade e nas pessoas, e poderia deixar todos incautos presos
nesse túnel do tempo nebuloso. A jovem, extremamente cansada,
 procurava uma posição que não a deixasse comprimindo sua
 barriga protuberante e se ajeitou recostada à parede pichada 
em letras garrafais

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

O MENINO QUE QUERIA VOAR.

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terça-feira, 20 de setembro de 2016

JOGO SUJO CIDADE DO CRIME

– Mas infelizmente um terceiro carro conseguiu fugir com o produto do roubo,
só que não irão muito longe. Antes do anoitecer, certamente nós o pegaremos – afirma
Romão, ostentando o polegar em sentido afirmativo.













– Estou reconhecendo essas figuras, chefe – diz o detetive da equipe de
Hernández. Se não estou enganado, minha equipe já estava atrás desses caras aí fazia
tempo.
O delegado Antunes percebe que Romão já o tinha envolvido numa grande farsa
e não conseguia achar uma saída, por isso deixou-o seguir.
O detetive Ribeiro sentiu que estava numa tremenda furada, mas saltava aos
olhos dele a possibilidade de uma participação nos lucros.
Romão sabia que o delegado não ia querer pôr sua reputação em jogo, já que
tinha mais de trinta anos de carreira e estava prestes a se aposentar. Se envolver num
processo apenas ia desgastá-lo. Ademais, ele e Ribeiro eram minoria e sua equipe
contava com seis integrantes. Não havia chance de o delegado desmascarar o seu plano
e tomar as rédeas do jogo.
– Está tudo sob controle – disse Romão. – Cabe rebocar os carros dos bandidos
com os corpos dentro e levá-los ao necrotério. Não vai haver perícia, pois estamos longe
da cidade. Se for esperar a perícia, os urubus chegarão primeiro! – ordena Romão à sua
equipe, eliminando qualquer possibilidade de periciar o local da chacina.
O delegado Antunes pensa em falar alguma coisa, mas percebe que Romão está
no controle e prefere entrar no jogo dele. Se era um blefe, estava acostumado a jogar
pôquer. A aposta era grande demais para ele desistir e não apostar as suas fichas.
Enquanto Romão se distraía com explicações sobre o confronto com o
comissário da delegacia local, Malone se aproximou dos corpos tentando achar algumas
pistas que o levassem a descobrir a origem deles. 

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Trapaças do Destino Causa e Efeito.

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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Trecho do livro Jogo Sujo Cidade do Crime

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