#ESCRITOR#João MC.jr Arte e Vida# São minhas palavras perpetuando histórias. Revivendo as memórias de coisas que nunca vi. São minhas palavras que criam esse mundo misterioso, do real ao ficcional. COSTA, JOÃO. MEU PENSAR , CONTOS , PROSAS E POEMAS 2 (02)KindleJoão Manoel da Costa Junior. Edição do Kindle.
Quem sou eu
- #ESCRITOR#João.mc.jr arte e vida#
- São minhas palavras perpetuando histórias. Revivendo as memórias de coisas que nunca vi. São minhas palavras que criam esse mundo misterioso, do real ao ficcional. COSTA, JOÃO. MEU PENSAR , CONTOS , PROSAS E POEMAS 2 (02) . Edição do Kindle.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
segunda-feira, 21 de julho de 2014
O GRANDE ASSALTO O DECLÍNIO DO PODER
TRECHOS
O delegado sai do gabinete. Despede-se do chefe, cruza
o corredor como se estivesse carregando um saco de batatas de
cem quilos nas costas. Este era o peso da responsabilidade que
carregaria dali para a frente, as preocupações do secretário
agora estavam em seus ombros.
Malone entra em seu gabinete.
Reúne-se com a sua equipe de investigadores para se
despedir do comando. Pede o empenho de todos nas
investigações, agradece a todos pela dedicação. Recomenda
que mantenha o foco nas suas carreiras, pedindo a todos que
não se iludissem por ganhos fáceis, pois não seriam estes
ganhos que os conduziriam ao topo social. Muito pelo
contrário, poderiam ser reduzidos a meros números na
estatística da corrupção.
domingo, 20 de julho de 2014
quarta-feira, 9 de julho de 2014
TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO
O forte pisar da tropa de soldados em
marcha na cidade vazia ecoava de forma uníssona em seus
ouvidos. Eles passavam olhando aquele ser envolto em folhas
de papelão de listras amarelas e verdes. Seguiam uniformes,
empunhando seus fuzis com baionetas que, de tão próximas
da jovem, resvalavam em sua cabeça. Temerosa por sua vida
e impressionada por tamanho aparato, ela permanecia inerte,
como se morta estivesse. Olhares vindos de cima com pouca
capacidade de avaliação avalizavam os riscos da sua presença,
temerosos por qualquer reação contrária às suas ações, pois
parecia, naquele momento, que todos eram inimigos antes de
provarem ao contrário. Por isso, analisavam curiosos aquele
frágil ser, temendo uma possível reação, mas, devido a seu
estado físico aparente, perceberam que não representava
nenhuma ameaça, e todo o resto da tropa passava ignorando-a,
marcha na cidade vazia ecoava de forma uníssona em seus
ouvidos. Eles passavam olhando aquele ser envolto em folhas
de papelão de listras amarelas e verdes. Seguiam uniformes,
empunhando seus fuzis com baionetas que, de tão próximas
da jovem, resvalavam em sua cabeça. Temerosa por sua vida
e impressionada por tamanho aparato, ela permanecia inerte,
como se morta estivesse. Olhares vindos de cima com pouca
capacidade de avaliação avalizavam os riscos da sua presença,
temerosos por qualquer reação contrária às suas ações, pois
parecia, naquele momento, que todos eram inimigos antes de
provarem ao contrário. Por isso, analisavam curiosos aquele
frágil ser, temendo uma possível reação, mas, devido a seu
estado físico aparente, perceberam que não representava
nenhuma ameaça, e todo o resto da tropa passava ignorando-a,
segunda-feira, 7 de julho de 2014
quarta-feira, 2 de julho de 2014
TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO
TRECHOS DO LIVRO.
[TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO]
A jovem caminhava lentamente na Praça Tiradentes,
e alguns pombos brancos alçavam voo sobre sua cabeça.
Ela parou indecisa em frente ao teatro Carlos Gomes, sem
a noção exata para onde seguir. Seus pés doíam dentro do
seu sapato Anabela gasto e com o salto deformado, que lhe
tirava o equilíbrio. Ela ficou por alguns segundos parada na
esquina pensando para onde ir, e estava tão distraída com
seus pensamentos confusos que não percebeu a aproximação
de um senhor de terno escuro e gravata branca e sapatos
bicolor, com seu perfume barato exalando pelos poros e
olhar matreiro sobre ela.
domingo, 29 de junho de 2014
sexta-feira, 27 de junho de 2014
quarta-feira, 25 de junho de 2014
terça-feira, 17 de junho de 2014
TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO
JOÃO M.C. JR
TRAPAÇAS DO DESTINO
CAUSA E EFEITO
HIPÓTESE.
QUEM NÃO GOSTARIA DE PREVER SEU FUTURO?
As respostas de Muitas pessoas para esta pergunta que intriga e aguça a mente de quase todos os seres humanos com certeza seria, Eu! Talvez essas pessoas tenham a coragem e a determinação de aceitarem o que o destino lhes reserva. E por estarem convictos de que não temeria as possíveis revelações DOS VIDENTES com o futuro e os prognósticos, favoráveis ou não. Certamente não temeriam por buscarem essa forma de anteciparem o inusitado, eles provavelmente aceitariam e ficariam confiantes. e levariam a diante as suas vidas, ACREDITANDO sempre EM POSSÍVEIS DESFECHOS FAVORÁVEIS independentes do momento obscuro em que estivessem vivendo ou teriam que passar. Provavelmente não temeriam e seguiriam em frente aguardando o que estaria por vir. Caso negativo, muitos descrente talvez, tivessem a coragem de seguir em frente, e não dariam muito credito as previsões supostamente desfavoráveis, portanto não apostariam em um futuro adverso, caso fossem revelado desfechos ou eventos catastróficos. Confiantes na sua capacidade de reverter o improvável, não entrariam em pânico pois certamente fariam o possível para uma mudança de rumo que os favorecessem no futuro.
As respostas para esta pergunta seriam diversas. E COMO SE SABE COMPLEXA, mas não seriam definitivas para nenhuma das hipóteses, pois o destino e senhor de si mesmo.
Mesmo assim a controversas
-Foi você que arrumou essa encrenca agora aguenta as consequências, e pode parar de choramingar, que isso já esta me irritando, e se acalme, pois eu não vou fazer nada com você, apenas vou te deixar na cidade, e você se vira por lá.
Com seu tom de voz alterado, ele a mantem a jovem sob pressão e a agride com seus argumentos depreciativos.
-Você tem cara de meio bobinha, mais vai aprender rapidinho como tantas outras que eu conheço. E se você tivesse escolhido alguém do seu nível como eu, por exemplo, não estaria nessa situação.
Porém, enquanto ele olhava com um olhar sarcástico para aquela pobre jovem indefesa e imaginava que a reação dela fosse de acovardar-se e humilhar-se pedindo talvez a sua ajuda por estar intimidada por suas palavras de persuasão. Mas muito pelo contrario do que ele imagina reação da jovem foi de recompor-se, e mesmo mantendo-se calada no banco ela encheu-se de coragem, ergueu a sua cabeça e o fitando bem em seus olhos já não mais demostrava medo. Ela limpou suas lagrimas, com seu casaquinho bege de lã demostrando que aquelas palavras não á atingiria, pois partia da boca de um ser vil que não merecia vê-la sofrer para satisfazer seus instintos. É por um instante com seu cérebro em ebulição se viu tomada por uma vontade de reação em defesa da sua honra. Enquanto ele dirigia olhando para aquele ser frágil ao seu lado.
terça-feira, 10 de junho de 2014
domingo, 8 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
segunda-feira, 2 de junho de 2014
TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO
TRECHOS DO LIVRO
TRAPAÇAS DO DESTINO.
A jovem morena carregava em sua mão direita uma pequena mala surrada de cor marrom e na mão esquerda um casaquinho de lã bege. Ela tinha cabelos longos, negros e lisos. Seus cabelos estavam totalmente desalinhados, parecendo não ter tido tempo de se pentear. Apesar de manter sua cabeça baixa, percebia-se que ela estava chorando. Era empurrada pelo motorista para dentro do automóvel, mas ela relutava a entrar e agarrava-se também na maçaneta da porta do carro. Com seu olhar de desamparada, ela demostrava estar com muito medo, e, temerosa por seu futuro, resistia, não querendo embarcar nesse carro rumo ao desconhecido destino. O vento forte e frio da madrugada deixava mais seus cabelos revoltos e sua roupas desalinhadas, piorando mais ainda a sua aparência. A jovem assustada direcionava seu olhar em todas as direções na esperança de que alguém estivesse a vendo ser conduzida à força e fosse em seu socorro
quinta-feira, 29 de maio de 2014
PROSA E VERSO. DO LIVRO TRAPAÇAS
Quando buscamos momentos
Eternizados em sonhos
Esquecemo-nos da realidade.
Achamos que tudo será para sempre
Não sabemos o que reserva o destino
Todo sonho desfaz-se, em lagrimas
Em um piscar do tempo, nada será como antes.
Amenidades, futilidades tomam conta da relação.
Vaidades deturpam o ser que conhecemos
Desfaz o encanto que tivemos
Pois dentro si esconde-se outro ser
Vou com fé a todas as direções
Procuro canções que fale de amor
E toque o meu coração,
Palavras sentidas
movidas pela paixão,
Profundo desejo
Fala forte ao coração de quem ama,
Reclamam da sorte
lamenta a morte
Quando fere o sentimento.
Amor amigo amor bandido
Causa dor e solidão
Reclama, exclama perdão
Pede a volta, joga com a sorte.
Como diz as canções
De quem quis amar e sonhar
Quem quis mudar seu viver ti fazer feliz
Eternizados em sonhos
Esquecemo-nos da realidade.
Achamos que tudo será para sempre
Não sabemos o que reserva o destino
Todo sonho desfaz-se, em lagrimas
Em um piscar do tempo, nada será como antes.
Amenidades, futilidades tomam conta da relação.
Vaidades deturpam o ser que conhecemos
Desfaz o encanto que tivemos
Pois dentro si esconde-se outro ser
Vou com fé a todas as direções
Procuro canções que fale de amor
E toque o meu coração,
Palavras sentidas
movidas pela paixão,
Profundo desejo
Fala forte ao coração de quem ama,
Reclamam da sorte
lamenta a morte
Quando fere o sentimento.
Amor amigo amor bandido
Causa dor e solidão
Reclama, exclama perdão
Pede a volta, joga com a sorte.
Como diz as canções
De quem quis amar e sonhar
Quem quis mudar seu viver ti fazer feliz
quarta-feira, 28 de maio de 2014
O GRANDE ASSALTO O DECLÍNIO DO PODER
TRECHOS DO LIVRO. O GRANDE ASSALTO
S ão exatamente 22 horas. Uma moto possante da
marca HALLE CHANG, de fabricação chinesa, deixa a
garagem fora da delegacia, com seu som peculiar chamando a
atenção de quem passa na calçada. Pilotando a moto, um
motoqueiro de cabelos longos. Sua roupa de couro tem o
símbolo da gangue Chang. Parece mais um dos milhares de
motoqueiros que habitam a cidade de Rosário, onde se situa a
fábrica chinesa de motos. O motoqueiro cruza toda cidade em
direção ao Bairro Marrom. Entra pela Rua Negro Monte, a
principal do bairro, as luzes de LED iluminam as fachadas das
boates e dos vários prostíbulos onde mulheres e travestis se
oferecem como mercadoria em lojas de departamento de luxo,
com etiquetas de preços com código de barras colado ao corpo.
Nas vitrines se expõem, é a tecnologia a serviço da
prostituição. Mulheres e homens passam escolhendo o que vão
comprar. Escaneiam as suas compras para saber detalhes sobre
a mercadoria, idade, sexo, origem. Dados inseridos no código
de barras.
As bancas de drogas funcionam nas ruas como bancas
de jornal e revistas, iluminadas e com caixas eletrônicos do
lado para saques. O lugar mais seguro da cidade de Rosário
para os caixas eletrônicos dos bancos era, por incrível que
pareça, o Bairro Marrom. Nenhum caixa eletrônico até aquele
momento tinha sido arrombado. Era o código de honra dos bandidos,
respeitado até por assaltantes de banco. Só dinheiro
vivo era aceito nas boates, bares e casas do prazer, como se
chamavam os antigos prostíbulos.
Todas as boates mostram uma fachada que mais parece
ser de casas de show. Filas se formam em suas portas todas as
noites, as ruas estão cheias de carros importados,
provavelmente de traficantes e mafiosos. Há bares em todas as
esquinas, pode-se sentir o cheiro de cocaína no ar. Nenhum
vestígio de polícia. Sente-se que tudo se permite na ausência da
lei. É visível.
terça-feira, 27 de maio de 2014
Bom
http://www.chiadoeditora.com/index.php?page=shop.product_details&flypage=flypage.tpl&product_id=1609&category_id=1&option=com_virtuemart&Itemid=171&vmcchk=1&Itemid=171
sábado, 24 de maio de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO
TRECHOS DO LIVRO [ TRAPAÇAS DO DESTINO CAUSA E EFEITO]
Lamentavelmente
para o público em busca de lazer e boêmios da noite carioca, os teatros e
boates dos arredores estavam sob um toque de recolher. Artistas fechavam
desiludidos seus camarins, enquanto músicos guardavam seus instrumentos
desolados, prostitutas e gigolôs deixavam as ruas, recolhiam-se aos
prostíbulos, à espera de clientes sigilosos. O céu se fechava com trovoadas e
raios e ameaçadoras descargas elétricas: era prenúncio de tempestade. Como de
costume nessa cidade, chuvas torrenciais e repentinas poderiam ocasionar
enchentes e causar danos difíceis de reparar, deixando uma mácula na cidade e
nas pessoas, e poderia deixar todos incautos presos nesse túnel do tempo
nebuloso.
A jovem,
extremamente cansada, procurava uma posição que não a deixasse comprimindo sua
barriga protuberante e se ajeitou recostada à parede pichada em letras
garrafais. Em seguida, cobriu-se com seu cobertor de listras azuis. Antes que o
sono tomasse conta do seu corpo, uma luz se acendeu no prédio à sua frente, e
seu olhar fixou-se nesse ponto de luz que emanava do último andar do prédio,
onde visualizava um homem gesticular com uma arma na mão, parecendo interrogar
outro que se encontrava sentado amarrado a uma cadeira, com os olhos vendados.
Para não continuar visualizando essa cena que a amedrontava, ela puxou o
cobertor até a altura do rosto, cobrindo seus olhos enquanto um estampido ecoou
no ar. Curiosa, ela não resistiu e voltava a olhar para a janela. A cortina se
fechou lentamente. O medo tomava conta da pobre jovem pelo trágico episódio
visualizado e desconhecido desfecho. Seu estado de exaustão não a permitiu
raciocinar a respeito e seus olhos se fecharam também. Em minutos, ela adormeceu
enrolada em um cobertor de lã, sob gélida marquise que não a protegia do vento
frio na esquina da rua Santa Luzia com a Primeiro de Março. Alguns mendigos
dormiam ao redor; eles viviam ainda sob o impacto de boatos de supostos
extermínio de alguns deles. Precavidos, revezavam-se na vigília à noite,
temerosos por suas vidas.
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