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São minhas palavras perpetuando histórias. Revivendo as memórias de coisas que nunca vi. São minhas palavras que criam esse mundo misterioso, do real ao ficcional. COSTA, JOÃO. MEU PENSAR , CONTOS , PROSAS E POEMAS 2 (02) . Edição do Kindle.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

JOGO SUJO CIDADE DO CRIME



Ano 2025.

     Os principais jornais internacionais noticiam, com grande pompa, a aterrissagem de uma nave espacial chinesa no planeta Marte. Sem muito alarde, os chineses venceram a corrida espacial e chegaram antes dos americanos e dos russos e se consagraram como os primeiros seres humanos a pisar no solo de Marte. Eles ainda não haviam detectado sinais de vida inteligente em Marte mas, ao fincarem sua bandeira vermelha lá, descobriram um volume de petróleo tão abundante como se fosse um mar de lama negra.

     O problema dos chineses seria a construção de naves de carga, para assim poder transportar o petróleo e se tornarem os novos reis do ouro-negro. Já na Terra, em outra manchete alentadora, era feita a descoberta da cura do câncer na Índia, sendo ambos os fatos extraordinários para humanidade. Em alguns países estavam sendo desativadas prisões de segurança máxima com a redução do número de criminosos e, consequentemente, do crime – organizado ou não. Certos governos haviam equacionado de forma inteligente a onda de violência urbana em seus países e, com a ciência evoluindo quase ao ritmo da velocidade da luz, foi possível a descoberta da vacina antidroga.

     Na contramão dos avanços de ordem científica e punitiva, a queda das desigualdades sociais – sendo ambos os fatores apontados como responsáveis pelo progresso nos países – no hemisfério sul, na cidade de Rio de Rosário, vive-se à sombra do medo. Com o aumento dos derivados de petróleo no mundo, devido à Guerra do Oriente o contrabando de gasolina enriquecia a máfia do petróleo. O aumento da criminalidade abarrotava as prisões de criminosos, as quais explodiam em violência com a superlotação. Muitos prisioneiros amotinados degolavam seus rivais para poder reduzir a população carcerária, que sem dúvida extrapolava o limite da tolerância humana. Nas ruas havia um confronto diário que deixava rastros de sangue nas esquinas e nos guetos.

     Como um estranho no ninho, porém, um homem ainda resiste às tentações e à cobiça do enriquecimento ilícito. Esse homem se chama Antunes Malone, um delegado aparentemente acuado pelo sistema corrupto de sua cidade. Sua ética não lhe permite fugir de seus ideais e ele sempre recorda uma frase de Che Guevara para definir suas atitudes: “Retroceder sim, render-se jamais”. Consciente do perigo, Malone tenta resolver por conta própria todos os desafios. Assim, ele precisa mais do que certo idealismo e mais do que a coragem para encarar de frente o crime organizado. Não bastam os ideais éticos, já que a situação requer mais astúcia e sangue-frio. Não estamos mais na época das retóricas e o tempo, logicamente, agora é outro. De igual sorte, jamais se deve confiar no sistema. Então, somente Malone sabe de suas determinações.

     Muitos proeminentes cidadãos de Rio de Rosário se questionariam caso soubessem das intenções de Malone. As duas perguntas prováveis seriam estas: “Por que um delegado, bem-sucedido e no final de carreira, tem tais preocupações e seu conhecido pudor e idealismo com a ética? Por que ele coloca sua vida em risco quando mais fácil seria simplesmente aposentar-se e levar todas as suas condecorações por bons serviços prestados, usufruindo da natural tranquilidade do ócio sem os fantasmas dos inimigos seguindo seus passos?”.

     Na atual conjuntura é quase incompreensível tal posicionamento, talvez sendo mais fácil entender suas convicções se pudéssemos invadir seu cérebro e penetrar nas entranhas dos seus pensamentos. Assim poderíamos saber como se forma um caráter e conhecer seus conceitos, sua forte chama ética e, consequentemente, seus princípios morais e suas virtudes. Mas ao agir com sua sabedoria, senso de justiça, coragem, moderação e lucidez, isso permite a Malone avaliar e concluir que sua luta é inglória contra os valores pervertidos.


     Em suas reflexões ele chega à conclusão de que, nos dias atuais, a chama ética da virtude se perde no universo nebuloso em que vivemos. Entre a percepção da realidade e o universo ficcional inserido no cotidiano desta cidade, tudo é possível e pode-se afirmar que o princípio básico da ética está em um conceito que foi deixado de lado: a vergonha. Desprovidas dessa moral, as pessoas não se deixam formar conceitos éticos dentro de si e, sem tal excelência, não se deixam inserir nos princípios básicos de outras virtudes. Os sem-vergonha não têm medo do malfeito nem da cretinice e os indignados da cidade, enquanto isso, ficam perplexos e não entendem por que os sem-vergonha são tratados com certa benevolência e até são classificados carinhosamente por seus pares e por parte da sociedade educada de caras de pau – e muitas vezes considerados, pelos intelectuais analistas do comedimento humano, meros doentes mentais portadores de desvios de condutas.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

MAGIA DAS PALAVRAS.

MAGIA DAS PALAVRAS

São minhas palavras perpetuando histórias
Revivendo as memórias de coisas que nunca vi. São minhas palavras que cria esse mundo misterioso, do real ao Ficcional. São minhas palavras que te faz viver às emoções evolventes, que te cria memórias de tempos que nunca viveste. São minhas palavras que te cria à visão de campos que nunca pisou que te leva a conhecer caminhos que nunca percorrera e que te arremessa em estradas infinitas que nunca andara,  em cidades que nunca aportou. São minhas palavras causando dor que nunca sentiste. São minhas palavras trazendo saudades de quem não existiu. Criando imagens de um tempo triste, despertando o amor, paixão e dor. São minhas palavras que te leva em viagens na maquina do tempo, do passado ao presente de futuro de um sonhador. São minhas palavras que te faz testemunha de guerras absurdas e crimes bárbaros e paz passageira, em tempos de rancor.  São minhas palavras que segue entrelaçando vidas em sonhos de conquistas e justiças nas tramas descritas na imaginação de um Escritor

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Jogo Sujo Cidade do Crime.

Lembrei de você quando li esta citação de "Jogo Sujo: Cidade do Crime" de João MC Jr. - "Ser reféns do tráfico virou rotina para esses jovens. Os traficantes se sentiam menos incomodados e continuavam abastecendo com drogas de toda espécie as classes alta e média da cidade. Aos pobres viciados em drogas só restava o crack, a subdroga que matava cada vez mais rápido em todo o país. O crack não dava muito trabalho ao governo e este considerava um caso perdido investir recursos em prol da recuperação das vítimas do tráfico. Por isso, aliás, o governo criou lugares na periferia onde era permitido o uso indiscriminado da droga letal. O governo também desenvolveu um sistema rápido de remoção de corpos. Com isso, os cadáveres encontrados ao relento eram retirados imediatamente e levados para o Crematório Municipal de Rio de Rosário. Era um sistema ágil, não dando tempo à imprensa de fazer qualquer reportagem a respeito das dezenas de corpos de jovens banidos do convívio social. A rigor, o procedimento não deixava pistas e só aumentava as estatísticas dos desaparecidos." Comece a ler este livro gratuitamente: http://amzn.to/2es24z6

Jogo Sujo Cidade do Crime.

Lembrei de você quando li esta citação de "Jogo Sujo: Cidade do Crime" de João MC Jr. - "Ser reféns do tráfico virou rotina para esses jovens. Os traficantes se sentiam menos incomodados e continuavam abastecendo com drogas de toda espécie as classes alta e média da cidade. Aos pobres viciados em drogas só restava o crack, a subdroga que matava cada vez mais rápido em todo o país. O crack não dava muito trabalho ao governo e este considerava um caso perdido investir recursos em prol da recuperação das vítimas do tráfico. Por isso, aliás, o governo criou lugares na periferia onde era permitido o uso indiscriminado da droga letal. O governo também desenvolveu um sistema rápido de remoção de corpos. Com isso, os cadáveres encontrados ao relento eram retirados imediatamente e levados para o Crematório Municipal de Rio de Rosário. Era um sistema ágil, não dando tempo à imprensa de fazer qualquer reportagem a respeito das dezenas de corpos de jovens banidos do convívio social. A rigor, o procedimento não deixava pistas e só aumentava as estatísticas dos desaparecidos." Comece a ler este livro gratuitamente: http://amzn.to/2es24z6

JOGO SUJO CIDADE DO CRIME

Lembrei de você quando li esta citação de "Jogo Sujo: Cidade do Crime" de João MC Jr. - "Na manhã seguinte Rio de Rosário, terça-feira, às 7 horas. No saguão do Hotel Big Hilton, no bairro Dourado, um senhor de terno cinza-grafite, da grife Armani Chang, aparentando 70 anos pelos seus cabelos brancos, bigode bem aparado e um chapéu de turista americano em país tropical, chama a atenção das recepcionistas pelo seu jeito de andar mancando e de porte atlético. Ele entrou no hotel mancando com passos firmes e um pouco apressado, carregando uma maleta metálica fixada a uma algema e presa no seu braço esquerdo. O homem chegou ao balcão de atendimento e a recepcionista de cabelos loiros com ar sério é quem o recebe com um aperto de mão, que é uma atitude não comum às recepcionistas. O senhor diz: – Tudo bem, senhorita? – Tudo perfeito, senhor, até o momento. – Confirme a reserva de um quarto, no quarto andar, em nome de Germano Malone." Comece a ler este livro gratuitamente: http://amzn.to/2eYEjQ1

JOGO SUJO CIDADE DO CRIME

Lembrei de você quando li esta citação de "Jogo Sujo: Cidade do Crime" de João MC Jr. - "Na manhã seguinte Rio de Rosário, terça-feira, às 7 horas. No saguão do Hotel Big Hilton, no bairro Dourado, um senhor de terno cinza-grafite, da grife Armani Chang, aparentando 70 anos pelos seus cabelos brancos, bigode bem aparado e um chapéu de turista americano em país tropical, chama a atenção das recepcionistas pelo seu jeito de andar mancando e de porte atlético. Ele entrou no hotel mancando com passos firmes e um pouco apressado, carregando uma maleta metálica fixada a uma algema e presa no seu braço esquerdo. O homem chegou ao balcão de atendimento e a recepcionista de cabelos loiros com ar sério é quem o recebe com um aperto de mão, que é uma atitude não comum às recepcionistas. O senhor diz: – Tudo bem, senhorita? – Tudo perfeito, senhor, até o momento. – Confirme a reserva de um quarto, no quarto andar, em nome de Germano Malone." Comece a ler este livro gratuitamente: http://amzn.to/2eYEjQ1

Jogo Sujo Cidade do Crime.

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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Rio de Rosário vivia sob a sombra do Crime e do medo.

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domingo, 30 de outubro de 2016

Trecho do livro O MENINO que QUERIA VOAR

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sábado, 29 de outubro de 2016

Magia das Palavras.

https://youtu.be/-BHur1L4MpQ

JOGO SUJO CIDADE DO CRIME

Sua mudança para a Delegacia de Roubos a Bancos tirou o delegado do foco das obras de arte para deixá-lo, cara a cara, com a realidade crua de sua cidade. Para entender melhor a sua posição atual e sua responsabilidade, precisaria abandonar a redoma em que vivia havia trinta anos e tomar conta da realidade em que viveria dali pra frente. Conscientizar-se rapidamente da atual conjuntura do cotidiano seria seu batismo de fogo. O delegado parafraseava os pensamentos do filósofo Thomas Hobbes, que dizia: “Sem o pacto, a vida do homem seria.. solitária, sórdida, brutal e breve”. Mas o que ele tinha de convicção era que seu pacto era consigo mesmo. Meia hora depois O delegado Antunes Malone chega ao pátio da delegacia, salta do carro e tenta abrir o guarda-chuva automático que não funciona. Ele desiste e segue andando na chuva.

JOGO SUJO CIDADE DO CRIME

Sua mudança para a Delegacia de Roubos a Bancos tirou o delegado do foco das obras de arte para deixá-lo, cara a cara, com a realidade crua de sua cidade. Para entender melhor a sua posição atual e sua responsabilidade, precisaria abandonar a redoma em que vivia havia trinta anos e tomar conta da realidade em que viveria dali pra frente. Conscientizar-se rapidamente da atual conjuntura do cotidiano seria seu batismo de fogo. O delegado parafraseava os pensamentos do filósofo Thomas Hobbes, que dizia: “Sem o pacto, a vida do homem seria.. solitária, sórdida, brutal e breve”. Mas o que ele tinha de convicção era que seu pacto era consigo mesmo. Meia hora depois O delegado Antunes Malone chega ao pátio da delegacia, salta do carro e tenta abrir o guarda-chuva automático que não funciona. Ele desiste e segue andando na chuva.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

PROSA E POEMA


JOÃO M.C.Jr

ESTIMA.

Minha força é minha rima, meu pedaço de estima.
Minha verve, meu olhar, meu modo de pensar.
Minha modéstia sem Censura minha vida em contesto
Meu olhar sem preconceito enxerga o torto e o direito  
Meu drama em branco e preto meu olhar além do mar
Minha andança em pleno ar, meu pedaço de esperança.
Esta no amor está na rima, em tudo que combina.
Um abraço em cada esquina o afeto me fascina
Sou direita sou esquerda, sou o centro do equilíbrio.
Sou o fogo sou a chama, sou a água sou a lama
O socorro de quem chama o amor de toda trama
Sou eu.


 u

JOÃO MC.JR

CORRENTE VIVER

Das águas limpas do teu olhar nasceu à fonte do meu pensar
Correndo entre vales, traz mais vida em quem tocar.
Segue serena alimentando o rio que corre pro mar.
Sou passageiro nessa vertente, alimento a vida nessa corrente.
Banhando os sonhos lavando a alma, me sinto limpo e me acalma.
Não a tristeza no teu olhar é lágrima doce do teu cantar.
A felicidade é verdadeira se embala a vida dessa maneira.
É o vento que sopra é a maneira de ser é a coragem do querer.
É o Sol que ilumina com raios de luz a emoção do viver
É a palavra bem dita, a magia do saber, o doce acalento do amanhecer

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Um conto de amor numa estrada vazia: JMC. JR
FRAGMENTOS
Estava perdido na Estrada, havia um vazio dentro de mim, estava só.
 Somente minha sombra caminhava ao meu lado. Caminhava trôpego e com sede, o sol castigava meu corpo ao mesmo tempo iluminava minha mente, não descansei todo aquele dia não avia sombra no caminho somente o vazio, ao redor. Não sabia por que me desviara do meu destino, não sei ate onde pretendia andar nem que distância percorrera, estava na estrada há tanto tempo que já me esquecera, de onde vim? Perguntava a mim mesmo e não encontrava resposta, não sabia de onde eu vinha só sei que corria contra o tempo, andava contra o vento.
Depois de léguas encontrei uma fonte e parei, minha sede aplaquei, e ali mesmo adormeci. A noite chegou o frio me congelou e logo que acordei na madrugada mais longa que já conheci muitos olhos eu vi espreitar-me ao meu redor, fitavam - me a distância, não queriam contato, me sentiam pelo olfato. Meus olhos brilhavam na escuridão do meu deserto mental, e de tão confuso mergulhei em sono profundo.
Ao amanhecer, enjoado do meu navegar inconsciente, mil perguntas eu fiz, ao vento que por ali passava trazendo o cheiro de Maresia, das ondas do meu pensar, quanta distância faltava? Perguntei, para o mar que predizia, nenhuma resposta me dava o vento e seu rumo seguia. Mil léguas talvez faltassem para chegar o mar de calmaria. Remando contra as minhas lembranças, era o destino que me escolhera não era eu que o conduzia. De sonhos também se vive, todo dia eu me dizia, não aceitava, não queria de mão beijada o que conquistaria. Na areia poemas escrevia sobre perdas que não havia por esse motivo sofria, mas a minha opinião bem formada levava aguentar esta jornada cansada, andava de cabeça erguida, pois nada havia ficado para trás, nenhum resquício de um bem querer, nenhum mal para padecer. De novo o vento meu caminho cruzou, e no seu rastro logo notei que outros vestígios deixaram, recolhi Pedaços de sentimentos que pela estrada alguém largou, Orgulho de corações partidos se revelou, em algum lugar da estrada alguém deixou pedaços de perdas e danos, lagrimam congeladas no tempo era o que eu mais temia encontrar na estrada onde amor não havia. De novo refeito do medo pra frente seguia sem rumo, talvez eu desistisse da jornada se não houvesse uma força do destino que me conduzia, mesmo sem saber que ele, o vento não me revelaria que dentro de mim talvez tivesse o destino que pré dizia. Por muito tempo calado na estrada já havia, palavra que eu escrevia na areia se perdia quando a chuva caia, eram versos de amor que a muito eu dizia , estavam gravadas na memória de quem escrevia , estavam memorizadas  pelo tempo por isso não se esquecia, rimava o tempo com o vento à noite com dia, vertia lagrimas de dor enquanto outros sorriam colhiam rosas vermelhas enquanto outras morriam ,queimava cartas de amor enquanto outro escrevia, meu tempo passava como se nada valia se não fosse a prosa eu não saberia distinguir um amor que  não vivia recolher esses sentimentos que  não se perdia por isso o vento trazia fragmentos de amor que muita gente perdia, espalhado pelo tempo já muito tempo fazia, não avia como junta-los sem donos jazia. Por muito tempo pensei, portanto logo eu  acordei. Que todo aquele tempo na estrada um mundo se revelou que perdido dentro de mim mesmo alguma história de amor existia. Estas lembranças trazidas pelo vento com cheiros do passado fizera parte da sua minha vida. Na estrada fugia de algo que me magoou ,por isso muito tempo na estrada minha  vida levei ,fugia de mim mesmo por muito tempo neguei que houve um grande amor que um dia o marcou a pobre existência deste humilde trovador.  Eu Vagava com ventos que meus fragmentos guardaram e tentava devolver-me na estrada do amor, mas eu fugia do passado que para traz deixei. Mas um belo dia cansado de fugir do destino fiz um acordo com o vento que para longe levou fragmentos do passado para sempre rejeitei, por medo sempre calado na estrada que me conduzia, na areia escrevia prosa e poesia, que falava de amor que dizia, sopre vento balança o pomar e o jardim em flor, sopre vento e leve pra longe a minha dor.


AUTOR: JOÃO MC. JR

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Trecho do livro Jogo Sujo Cidade do Crime

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sábado, 1 de outubro de 2016

O MENINO QUE QUERIA VOAR.

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